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EXCLUSIVO: A engenharia do governo para formalizar a reforma ministerial
Publicado 02/02/2025 • 07:30 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 02/02/2025 • 07:30 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Esplanada dos Ministérios.
Foto: Agência Brasil ´EBC
Passadas as eleições para o comando da Câmara e do Senado, parlamentares intensificaram as conversas para emplacar nomes do Legislativo em uma eventual reforma ministerial.
Na véspera da troca de comando do Senado, aliados do agora ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) intensificaram as conversas para que o mineiro seja indicado para o comando da Ministério da Indústria. Como antecipou o Times Brasil, a pasta é tida como estratégica para o senador se viabilizar como candidato ao governo de Minas Gerais.
Trabalham por Pacheco nomes como o do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), e o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
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No governo, a avaliação é de que a troca como essa demanda uma “engenharia” interna, considerando que a possível saída do vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), faria com o governo precisasse compensar o PSB de alguma forma.
O motivo é que o ministro Márcio França (PSB), que inicialmente ocupou cargo de ministro de Portos e Aeroportos, já perdeu espaço em outra minirreforma para o atual ministro Silvio Costa Filho (Republicanos). França acabou sendo realocado para o ministro do Empreendedorismo, visto como mesmo robusto.
O mesmo tipo de imbróglio atrapalha a eventual ida de Arthur Lira (PP-AL) para o ministério da Agricultura. Integrantes do governo avaliam que a mudança poderia prejudicar a relação com o PSD. Os partidos, nesse caso, teriam que se entender e fazer um acordo.
De acordo com uma fonte do alto escalão do governo, as chances de Lira ir para alguma pasta atualmente são “mínimas”. As de Pacheco, no entanto, são vistas como mais prováveis.
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