Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Samsung registra lucro preliminar recorde no segundo trimestre, mas ações caem
Bitcoin se recupera após Trump afirmar que se tornou “um grande entusiasta de criptomoedas”
Dow Jones fecha acima dos 53 mil pontos e bate recorde histórico
Microsoft anuncia corte de 4.800 postos de trabalho com redução da unidade Xbox
“OTAN 3.0”: promessas de aumento dos gastos com defesa enfrentam o teste de Trump
Alberto Ajzental: com a dívida dos Estados Unidos superando US$ 36 trilhões e atingindo quase 120% do PIB, e o pagamento anual de juros sobre essa dívida ultrapassando US$ 1 trilhão, o governo Trump reacendeu um velho expediente para enfrentar déficits crônicos sem cortar despesas: elevar tarifas de importação. (…) É importante esclarecer: quando os EUA aumentam tarifas, quem paga não são os países exportadores, mas os importadores locais — e, no fim da cadeia, o consumidor norte-americano.
O Tesouro arrecada, sim. Mas o custo dessa arrecadação recai sobre a classe média americana, sobre empresas que dependem de insumos estrangeiros e sobre uma cadeia produtiva profundamente globalizada. Muitos dos produtos taxados, como eletrônicos, roupas, autopeças e fertilizantes, não têm substituto imediato no mercado doméstico.
A elevação tarifária, portanto, transfere parte da carga tributária do governo para os consumidores, sem resolver o desequilíbrio fiscal estrutural. Apenas o posterga, à custa de aumento de preços internos e risco inflacionário. Leia a coluna completa.
Maiores Audiências
1
Copa do Mundo: inteligência artificial revela possível placar entre Portugal x Espanha
2
EUA são eliminados da Copa apesar de pressão de Trump sobre a Fifa
3
Quais são os três jogadores mais valiosos da Copa do Mundo 2026? Veja
4
CBF exclui CazéTV da disputa pelos direitos da Copa do Brasil até 2030
5
André Mendonça alerta Lula sobre risco de obstrução em caso de remoção de delegados no STF