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Embraer amplia financiamentos para tirar seu “carro voador” do chão

Publicado 04/02/2026 • 12:05 | Atualizado há 2 meses

Foto de Rodrigo Loureiro

Rodrigo Loureiro

Rodrigo Loureiro é jornalista especializado em economia e negócios, com experiência nos principais veículos do Brasil e MBA pela FIA em parceria com a B3. Além de comandar esta coluna, é comentarista nos programas Agora e Real Time, nos quais analisa as principais movimentações do mercado.

Com uma carteira de pedidos que soma mais de US$ 14 bilhões, a Eve Air Mobility corre atrás de financiamentos para aliviar seus gastos na produção dos eVTOLs. Nas últimas semanas, a subsidiária da Embraer firmou acordos de financiamento de instituições financeiras do Brasil e do exterior.

A operação mais recente envolve a contratação de um financiamento de US$ 150 milhões junto aos bancos Itaú, Banco do Brasil e Citibank, além do Mitsubishi UFJ Financial Group.

A operação tem prazo de cinco anos e visa garantir os recursos para que a companhia possa acelerar o desenvolvimento dos veículos. O dinheiro vai ajudar a fabricante brasileira a produzir os pedidos que já foram encomendados. 

Semanas atrás, em janeiro, a Eve firmou uma parceria com o Export-Import Bank dos Estados Unidos (Exim Bank) e com a Private Export Funding Corporation (Pefco). Neste caso, o financiamento de US$ 15 milhões tem o objetivo de cobrir despesas com fornecedores dos EUA.

Ao todo a companhia já obteve mais de US$ 1,2 bilhão em financiamentos. Isso torna a Eve uma das empresas mais capitalizadas do setor de aviação.

Essas operações podem dar o fôlego necessário para que o carro voador da Embraer saia do papel – ou do chão. Até o terceiro trimestre deste ano a carteira de pedidos da Eve já somava 28 clientes e 2,8 mil unidades. 

Nesta semana, a empresa japonesa AirX firmou um contrato para a aquisição de duas aeronaves, além de ter deixado reservado uma opção de compra de mais 50 eVTOLs. A previsão é de que as duas primeiras entregas aconteçam em 2029.

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