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EXCLUSIVO: Nova rodada de demissões da Amazon gera temor no Brasil
Publicado 27/01/2026 • 12:58 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/01/2026 • 12:58 | Atualizado há 2 meses
Há temor nos corredores dos escritórios da Amazon de que a nova rodada de demissões que a empresa pode fazer possa afetar os funcionários no Brasil.
A Amazon planeja demitir mais 16 mil funcionários. A informação foi divulgada inicialmente pelo site First Post e confirmada pela reportagem do Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC.
A coluna Plano de Negócios apurou que há temor entre os funcionários de que os cortes possam atingir também a operação no Brasil. Funcionários temem que as demissões possam ocorrer durante a semana. Até o momento, a empresa não se manifestou oficialmente sobre o tema.
A nova onda demissões pode acontecer messes após a big tech ter cortado cerca de 14 mil postos em outubro do ano passado. Na época, a coluna trouxe detalhes dos bastidores envolvendo os cortes.
Ainda assim, a maior parte das demissões deve ocorrer na Índia, especialmente nas cidades de Bengaluru, Hyderabad e Chennai.
A expectativa é que os cortes atinjam áreas como a Amazon Web Services (AWS), braço de computação em nuvem da companhia, o Prime Video, serviço de streaming, além de subdivisões ligadas ao negócio de varejo.
Em outubro do ano passado, ao anunciar a demissão de 14 mil funcionários, o CEO Andy Jassy afirmou que os cortes não tinham como único objetivo a redução de custos, mas também envolveu "uma questão de cultura".
No Brasil, a Amazon passa por mudanças operacionais. A companhia pretende migrar seus funcionários, do atual escritório, localizado no complexo do Shopping JK Iguatemi, na região do Itaim Bibi, para um novo espaço no bairro de Pinheiros.
No novo edifício, a Amazon terá quase 40 mil m² de espaço físico em 19 andares. No JK são 17 andares e 19,8 mil m². A expectativa é de que a midança ocorra entre o segundo semestre e o começo do ano que vem. O
As ações da Amazon operam em alta de 1,3% no pregão desta terça-feira. A empresa acumula valorização de 4% desde o começo do ano.
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