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Alta do bitcoin vem de uma combinação de fatores, diz analista
Publicado 21/05/2025 • 19:41 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 21/05/2025 • 19:41 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
A recente alta do Bitcoin, que ultrapassou os US$ 109 mil, pode ser atribuída a uma combinação inédita de fatores econômicos, políticos e institucionais, disse o analista de mercado Rafael Castaneda em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Tem várias frentes acontecendo concomitantemente e parece que todas elas estão convergindo nesse momento para movimentar essa máxima histórica do Bitcoin”, afirmou, destacando o otimismo gerado pela regulamentação das stablecoins nos Estados Unidos e o retorno do presidente Donald Trump, que reacendeu a confiança do investidor.
Segundo Castaneda, o movimento de grandes instituições tem sido decisivo. “Estamos agora numa febre momentânea de uma expansão crescente e acelerada das Bitcoin Treasury Companies, que são empresas privadas que decidem estocar Bitcoin como parte do seu caixa ou das suas reservas, copiando o modelo da MicroStrategy”.
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A adesão de empresas como Amelius e Metaplanet também impulsiona o mercado, afirmou o analista. “Normalmente essas empresas buscam não só fortalecer o seu caixa em Bitcoin, mas também movimentar o papel na bolsa de valores. É uma espécie de manobra que agrada muito os executivos, pois elas veem uma apreciação repentina nas ações”.
De acordo com ele, o impacto da valorização do Bitcoin se estende a outras criptomoedas. “Sempre que o Bitcoin cresce em valor, ele aumenta o tamanho do seu mercado. E quando procura uma nova máxima histórica, o sinal que manda para o resto do mercado é: existe espaço agora para que outros ativos surfem esse vácuo”.
O analista de mercado ressaltou que o efeito hoje é mais seletivo, dada a grande variedade de tokens existentes.
Castaneda ainda falou sobre uma mudança na percepção do Bitcoin diante da fragilidade do dólar. “Essa narrativa foi adotada pelo Larry Fink, CEO da BlackRock. O Bitcoin entra muito menos como um componente especulativo e mais como uma espécie de commodity digital que opera fora da base dolarizada. Para muitos gestores de riqueza, ele já funciona como hedge contra rachaduras no sistema Eurodólar”.
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