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Bitcoin dispara e supera US$ 73 mil com expectativa de avanço regulatório nos EUA
Publicado 04/03/2026 • 19:09 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 04/03/2026 • 19:09 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
O Bitcoin voltou a subir com força nesta quarta-feira (4) e chegou a superar os US$ 73 mil, com ganhos acima de 7%, em um movimento que surpreende após semanas de pressão e temor de que o ativo perdesse o patamar de US$ 60 mil (R$ 313.200,00). Para Rony Szuster, Head de Research do MB Mercado Bitcoin, a recuperação reflete tanto a volatilidade natural do mercado quanto fatores regulatórios e geopolíticos.
“Hoje chegamos próximo dos US$ 74 mil (R$ 386.280,00), uma recuperação bem forte, algo comum em um mercado muito volátil e ainda jovem”, afirmou em entrevista nesta quarta-feira (4) ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Segundo ele, o Bitcoin tem apenas 17 anos, enquanto outras criptomoedas são ainda mais recentes, o que amplia oscilações de preço e potencial de crescimento.
Szuster lembrou que o ativo vinha de um período de queda desde a máxima histórica de US$ 126 mil (R$ 657.720,00) registrada em outubro do ano passado. “Vieram várias complicações, principalmente ligadas à administração Trump, crises geopolíticas e problemas macroeconômicos, que empurraram o preço para baixo”, disse.
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Agora, segundo ele, o cenário começa a mudar. “Temos avanços regulatórios importantes nos Estados Unidos, como o Market Clarity Act, que pode trazer clareza regulatória para os criptoativos”, afirmou, destacando que o projeto em tramitação no Senado americano teria cerca de 70% de chance de aprovação neste ano, segundo.
Para o analista, a regulamentação pode abrir espaço para capital institucional. “Isso abre potencial para entrada de investidores institucionais e mais varejo, o que é muito positivo no médio e longo prazo”, avaliou. Ele acrescentou que a troca na presidência do Federal Reserve, com Kevin Warsh assumindo em junho, também deve influenciar ativos de risco como o Bitcoin.
No Brasil, Szuster observa uma mudança relevante no perfil dos investidores. “Estamos vendo evolução tanto no varejo quanto no institucional”, afirmou. Segundo ele, duas empresas brasileiras passaram a incluir Bitcoin em caixa no último ano.
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“A Méliuz iniciou com uma posição menor, mas depois vimos a Orange BTC investir centenas de milhões de reais em Bitcoin, tornando-se uma acumuladora relevante”, destacou, comparando o movimento a empresas internacionais como Strategy e Metaplanet.
No varejo, os dados também indicam mudança de comportamento. “Em fevereiro tivemos 2,7 vezes mais investidores comprando do que vendendo Bitcoin na nossa plataforma”, disse, ressaltando que o número representa quase o triplo de compradores em relação aos vendedores.
Ele destacou ainda o aumento do interesse nas buscas online. “O termo ‘comprar Bitcoin’ atingiu pico no Google Trends em fevereiro no Brasil, Argentina e Estados Unidos”, afirmou. Para Szuster, o dado é relevante porque mostra procura mesmo após a queda de preços.
“O mais interessante é ver o varejo interessado não só quando o preço está muito alto, mas também quando está mais baixo, pensando no longo prazo”, concluiu, classificando o momento como positivo para a consolidação do mercado cripto no país.
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