“A vertente mais protecionista do governo Trump fez com que o mundo, de maneira geral, buscasse alternativas diante das instabilidades cambiais, geopolíticas e da tensão entre Estados Unidos e China”, afirmou Fagundes.
Ele destacou ainda que, entre essas alternativas, estão os acordos bilaterais de liquidação entre moedas fiat e ativos como o ouro, que voltou a ganhar espaço em alguns aspectos.
Para Fagundes, a substituição do dólar não é algo provável no curto prazo.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, nesta segunda-feira (26), Thiago Fagundes, diretor de negócios do Mercado Bitcoin, avaliou o impacto do cenário econômico global no crescimento dos criptoativos.
Segundo ele, houve uma movimentação interessante não apenas na plataforma da empresa, mas em todo o mundo, refletindo um cenário mais favorável aos ativos digitais.
O destaque, disse, foi o Bitcoin, que teve um aumento significativo no final do ano passado e conseguiu manter esse volume de negociações até meados de 2025.
“A vertente mais protecionista do governo Trump fez com que o mundo, de maneira geral, buscasse alternativas diante das instabilidades cambiais, geopolíticas e da tensão entre Estados Unidos e China”, afirmou Fagundes.
Ele destacou ainda que, entre essas alternativas, estão os acordos bilaterais de liquidação entre moedas fiat e ativos como o ouro, que voltou a ganhar espaço em alguns aspectos.
“E aí eu concordo que o Bitcoin surge como uma alternativa no ambiente atual, diante de qualquer política monetária”, disse.
Para Fagundes, a substituição do dólar não é algo provável no curto prazo.
“Eu não sei se o dólar vai ser substituído, acho pouco provável. No curto prazo, ele segue forte. Mas, sim, o mundo já olha para várias alternativas e uma delas é o Bitcoin”, concluiu.
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