O Bitcoin iniciou a semana cotado acima de 104 mil dólares, impulsionado pela trégua de 90 dias na guerra comercial entre Estados Unidos e China.
Em entrevista ao Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC, o analista Rafael Castaneda disse que a valorização reflete o alívio dos mercados e beneficia também outros criptoativos, e o impacto mostra a forte ligação entre o setor cripto e a economia global.
Segundo ele, o Bitcoin funciona como indicador do setor: “Primeiro o Bitcoin dá o tom do mercado, ele dá a temperatura”.
O Bitcoin iniciou a semana cotado acima de US$ 104 mil, impulsionado pela trégua de 90 dias na guerra comercial entre Estados Unidos e China. Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o analista Rafael Castaneda, CEO da Weever, disse que a valorização reflete o alívio dos mercados e beneficia também outros criptoativos, e o impacto mostra a forte ligação entre o setor cripto e a economia global.
“Com certeza o impacto é positivo”, afirmou Castaneda. “Estamos ganhando uma correlação muito grande entre o mercado cripto e as questões que impactam o mercado tradicional, como a guerra dos tarifaços e a questão dos ETFs”.
Segundo Castaneda, o Bitcoin funciona como indicador do setor: “Primeiro dá o tom do mercado, a temperatura”. O CEO ressaltou o avanço da criptomoeda como reserva de valor: “É um ativo escasso por natureza. Se você restringe a oferta e a demanda permanece a mesma, a tendência é que o impacto no preço seja positivo”.
O analista falou sobre o uso do bitcoin em transações internacionais, especialmente por países dos BRICS. “Eles estão experimentando utilizar o bitcoin para liquidação de contas transfronteiriças. É muito mais uma fuga do sistema SWIFT do que uma fuga do dólar”.
Para os iniciantes, Castaneda fez um alerta. “A maioria das pessoas vai entrar com sonhos de dinheiro rápido”, disse. “Mas volatilidade existe nos dois lados. Se a pessoa não é tecnologicamente habilidosa, pode sim começar com uma abordagem mais centralizada e depois estudar mais”.
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