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DECISÃO 2026: debate sobre economia tem congelamento de dívidas proposto por Flávio e defesa do crescimento acima de 3% por Lula
Publicado 19/10/2026 • 10:48 | Atualizado há 48 minutos
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Publicado 19/10/2026 • 10:48 | Atualizado há 48 minutos
KEY POINTS
Tuane Fernandes/NurPhoto via AFP.
Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva durante o debate presidencial na Band, em São Paulo, em 18 de outubro de 2026.
O debate do segundo turno da eleição presidencial, promovido pela Band na noite de domingo (18), pouco teve a economia como pauta. No momentos confontrados, o senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu congelar as dívidas de pessoas físicas por seis meses e as de empresas por um ano, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o país voltou a crescer acima de 3% depois de seu retorno ao governo.
As propostas do senador para o endividamento preveem pausa de seis meses nas dívidas de pessoas físicas e de um ano nas de empresas. Além disso, ele anunciou a criação do Ministério da Prosperidade e disse que o Bolsa Família será mantido.
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Ao se dirigir ao telespectador, Flávio resumiu a ideia com a frase “Eu vou tirar do Lula e vou dar para você”. Na sequência, acusou o presidente de gastar R$ 350 bilhões para tentar se reeleger.
Sobre os juros, o senador afirmou que, só por ter passado à frente no primeiro turno, “a taxa de juro futuro já caiu 2%”.
Já sobre o endividamento do país, disse que o governo atual deixa uma dívida de R$ 11 trilhões, “mais um recorde negativo”, e que “quem paga essa conta é você”. Em seguida, atribuiu o endividamento das pessoas à gastança do governo e afirmou que a dívida “não é sua, é do atual governo”.
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Siga o Times | CNBCPor sua vez, Lula lembrou o crescimento do país em 2010 e disse que o ritmo acima de 3% só voltou depois do seu retorno à Presidência, o que atribuiu à “compreensão do povo brasileiro”.
O presidente afirmou ainda que o país não tinha reservas e que seu governo pagou o FMI. Também defendeu que o debate trate agora de uma economia nova.
No campo dos preços, Lula disse que a inflação de alimentos foi menor em seu governo do que no de Bolsonaro. A pobreza, por outro lado, voltou a crescer no país recentemente.
Em outro momento, Lula perguntou a Flávio se ele pretende seguir o modelo do presidente argentino Javier Milei. O senador respondeu que fará um “tesouraço na corrupção”.
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