Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Após Justiça proibir mototáxi da 99, 3 motos são apreendidas em SP
Publicado 15/01/2025 • 21:46 | Atualizado há 1 ano
Mais três navios são atingidos no Golfo Pérsico enquanto o Irã alerta para petróleo a US$ 200
Plano de liberação recorde de petróleo indica que guerra no Oriente Médio pode durar meses
Boom e queda das ações de empresas de memória chegam ao fim com avanço da IA
Trump diz que vai usar Reserva Estratégica de petróleo para reduzir custos de energia na guerra contra o Irã
Ford lança nova IA para impulsionar Pro, um negócio comercial bilionário
Publicado 15/01/2025 • 21:46 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
A primeira apreensão aconteceu por volta das 15h45, na Avenida Calin Eid, na zona leste, quando uma moto foi parada com um passageiro que havia solicitado a corrida pelo aplicativo 99
Foto: reprodução/Governo do Estado de São Paulo
Três motocicletas que realizavam o transporte clandestino de passageiros foram apreendidas pela Prefeitura de São Paulo na tarde desta quarta-feira (15), por meio do Departamento de Transportes Públicos (DTP).
A ação de fiscalização, realizada com o apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM), seguia as leis municipais que proíbem esse tipo de atividade.
A primeira apreensão aconteceu por volta das 15h45, na Avenida Calin Eid, na zona leste, quando uma moto foi parada com um passageiro que havia solicitado a corrida pelo aplicativo 99. Posteriormente, outras duas motocicletas foram abordadas na zona norte, na Avenida Brás Leme.
De acordo com publicação do Valor Econômico, a 99 continuará oferecendo o serviço de mototáxi em São Paulo, apesar da decisão da Justiça que negou o pedido da empresa para anular o decreto do prefeito Ricardo Nunes, que proíbe o transporte de passageiros por motocicleta na cidade.
Em nota, a empresa afirmou que transporte por motocicleta está amparado pela legislação federal e, por isso, continuará sendo oferecido aos paulistanos.
A empresa também disse que recorrerá ao Tribunal de Justiça de São Paulo para garantir a continuidade do serviço.
A 8ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu, nesta quarta-feira (15), que a empresa de transporte por aplicativo 99 não pode oferecer o serviço de mototáxi na cidade.
A decisão foi tomada após o juiz Josué Vilela Pimentel analisar o caso, levando em consideração o Decreto Municipal nº 62.144/2023, que suspende temporariamente o uso de motocicletas para o transporte de passageiros por aplicativos em São Paulo.
A 99 havia solicitado uma liminar para continuar com o serviço, afirmando que a proibição é inconstitucional.
O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), criticou a empresa de transporte por aplicativo 99 após o anúncio de que a companhia daria início às atividades de moto na cidade. “Nós não vamos permitir que essa empresa venha para cá e faça uma carnificina. São assassinos. Essas empresas são empresas assassinas e irresponsáveis”, disse.
“Vou colocar uma faixa (mostrando) que a 99 matou uma pessoa, no primeiro acidente que tiver. Eu, prefeito, vou lá colocar a faixa. Aqui não é uma terra sem dono, não é uma terra de ninguém”, continuou Nunes. “É uma irresponsabilidade. Já estive com eles por várias reuniões. Avisei que eles não tinham autorização. … Nós tivemos um aumento do número de óbitos no trânsito, puxado por acidentes com moto.”
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Justiça italiana mantém restrições para conceder cidadania e frusta 70 milhões de descendentes no Brasil
2
Abicom alerta para risco de faltar diesel no Brasil em abril
3
Cidadania italiana vai a julgamento hoje: o que muda para 70 milhões de descendentes no Brasil
4
Wetzel protocola plano de recuperação extrajudicial após acordo com credores
5
Master: o contrato com a esposa de Moraes e o abalo no STF; ‘Não basta ser legal, tem que parecer legal’