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Agronegócio é responsável por quase metade das exportações brasileiras em novembro
Publicado 12/12/2025 • 11:48 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 12/12/2025 • 11:48 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação/CNA
Grãos de soja
O agronegócio brasileiro exportou US$ 13,4 bilhões em novembro, um crescimento de 6,2% em relação ao mesmo mês de 2024, impulsionado principalmente pelo aumento de 6,5% no volume embarcado, mesmo em um cenário de preços internacionais mais moderados. O resultado coloca novembro como o segundo melhor da série histórica para o mês.
O desempenho reforça o peso do setor nas contas externas do país. Em 2025, o agronegócio responde por quase metade das exportações brasileiras, funcionando como um dos principais vetores de geração de divisas.
No acumulado de janeiro a novembro de 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 155,25 bilhões, o maior valor já registrado para o período. O montante representa uma alta de 1,7% em comparação com igual intervalo do ano passado.
As vendas externas seguem complementando o mercado interno, ampliando escala produtiva, sustentando cadeias industriais e estimulando investimentos em diferentes regiões do país.
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A China manteve a liderança como principal destino do agronegócio brasileiro no acumulado do ano, com US$ 52,02 bilhões em compras, alta de 10%. Em seguida aparecem a União Europeia, com US$ 22,89 bilhões (+5,4%), e os Estados Unidos, com US$ 10,48 bilhões, queda de 4%.
Outros mercados também ampliaram suas importações, como Índia (US$ 3,02 bilhões, +11%) e México (US$ 3,0 bilhões, +8,5%), sinalizando uma expansão gradual da presença brasileira em diferentes regiões.
Entre os principais produtos exportados em novembro, a soja em grãos somou US$ 1,83 bilhão, crescimento de 64,6% na comparação anual. A carne bovina alcançou US$ 1,75 bilhão, alta de 51,8%, enquanto o café verde chegou a US$ 1,5 bilhão, avanço de 9,1%.
Carne bovina e café registraram recordes de valor para o mês. O volume exportado de carne bovina superou 318 mil toneladas, o maior já registrado em um novembro.
No acumulado do ano, o Brasil exportou 3,15 milhões de toneladas de carne bovina, crescimento de 18,3% frente a 2024. A receita atingiu US$ 16,18 bilhões, avanço de 37,5%.
Em novembro, as exportações de miudezas bovinas também bateram recorde, com 27,1 mil toneladas embarcadas. O desempenho reflete novas aberturas de mercado em 2025. A Indonésia, por exemplo, habilitou 17 novas plantas frigoríficas e passou a importar carne com osso e miúdos, elevando as compras em 579%. As Filipinas também ampliaram as importações em 35% após a abertura do mercado.
Outros produtos apresentaram resultados expressivos em novembro. A celulose exportou US$ 939,2 milhões (+8,6%), com 1,85 milhão de toneladas embarcadas (+14,3%). O algodão não cardado nem penteado alcançou US$ 640,1 milhões (+18,6%), com volume de 402,5 mil toneladas (+34,4%).
As exportações de feijões e pulses seguem em expansão. O gergelim atingiu recorde histórico, com US$ 70,9 milhões exportados (+20%) e 72,3 mil toneladas embarcadas (+47,7%). Os feijões também registraram recorde em quantidade, com 48,3 mil toneladas exportadas.
Desde 2023, o Brasil abriu 500 novos mercados para produtos do agronegócio. Ferramentas de inteligência comercial e iniciativas de aproximação com produtores e cooperativas têm ampliado o acesso a oportunidades internacionais, inclusive para pequenos e médios exportadores.
Somente plataformas de mapeamento de mercado já identificaram mais de 800 oportunidades em 38 países, reforçando o papel da diversificação geográfica como suporte ao crescimento das exportações do setor.
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