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Você sabia que os ativos distressed podem ser rentáveis? Saiba mais
Publicado 18/02/2025 • 12:21 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 18/02/2025 • 12:21 | Atualizado há 1 ano
Os ativos distressed, mais conhecidos como ativos estressados e problemáticos, vêm se expandindo no Brasil e estão fazendo sucesso entre os empresários de grandes empresas, já que são focados no dia a dia das companhias.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, nesta segunda-feira (17), Diego Fonseca, sócio, CFO e COO da JiveMauá, comentou sobre as oportunidades no mercado de distressed.
De acordo com Fonseca, o mercado de distressed tem crescido bastante, com investimentos alternativos se expandindo no Brasil nos últimos 20 anos, enquanto nos EUA e na Europa já é uma trajetória de 40 a 50 anos.
Esses investimentos focam na economia real, em vez de opções mais tradicionais, como a bolsa ou renda fixa.
“A Jive atua em diversas áreas de investimentos alternativos, como crédito privado, imobiliário e infraestrutura, mas iniciou com distressed, adquirindo ativos de crédito problemáticos, frequentemente de bancos, como aqueles que não foram pagos ou reestruturados, levando empresas à recuperação judicial ou falência”, disse.
Ele acrescentou que é necessário ter especialistas para identificar essas oportunidades de investimento e quais são os valores residuais que podem ser recuperados.
“Nós vamos buscar esse valor residual para conseguir fazer essa recuperação acontecer e, com isso, dar retorno para os nossos investidores. É um investimento focado no investidor que é um pouco mais preparado para ter uma exposição de longo prazo, com um maior retorno, e conseguir compor sua carteira com uma parte dela investida no mundo de ativos”, explicou.
André ainda destacou que a empresa atua principalmente em créditos com problemas, mas também em direitos creditórios e causas judiciais, como ações contra o governo que geram precatórios e ordens de pagamento. Além disso, investem em imóveis com dificuldades de venda ou que não mantiveram o desempenho esperado.
“Nosso objetivo é rentabilizar os investidores conforme o prazo dos fundos, que variam de 6 a 8 anos. Buscamos um retorno extraordinário, de 8%, 10% ou 12% ao ano, acima do CDI. Como o prazo é longo, compensamos o retorno com esse rendimento.
Por exemplo, compramos créditos não pagos, buscamos garantias e negociamos acordos com devedores para recuperar os recursos”, finalizou.
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