Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Petrobras receberá US$ 859 milhões em acerto sobre jazidas do pré-sal
Publicado 15/10/2026 • 20:00 | Atualizado há 46 minutos
Bela Bajaria deixa cargo de diretora de conteúdo da Netflix e será substituída por Peter Rice
Nvidia e Cisco confirmam doações multimilionárias para salão de baile de Trump na Casa Branca
Porsche revela o protótipo Mission S, que antecipa nova identidade de design
Dow Jones dispara mais de 500 pontos com investidores reduzindo exposição a ações ligadas à IA
Apple e Meta firmam parceria para permitir que modelo de IA Muse funcione em computadores Mac
Publicado 15/10/2026 • 20:00 | Atualizado há 46 minutos
KEY POINTS
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo
Petrobras receberá US$ 859 milhões em acerto sobre jazidas do pré-sal.
A Petrobras receberá cerca de US$ 859 milhões de suas parceiras na exploração das jazidas de Berbigão e Sururu, localizadas na Bacia de Santos, no pré-sal brasileiro.
O pagamento será realizado até novembro de 2026, após a assinatura de acordos que ajustam receitas, investimentos, custos operacionais e royalties entre as empresas.O acerto envolve a Shell, a TotalEnergies e a Petrogal, integrantes do consórcio BM-S-11A.
Os valores foram definidos após a entrada em vigor dos Acordos de Individualização da Produção (AIPs), que estabeleceram as participações de cada companhia nos reservatórios compartilhados.
Leia também: Petrobras acumula R$ 16 bilhões em pagamentos de programas de subvenção a combustíveis
Os Acordos de Equalização de Gastos e Volumes (AEGVs) permitem acertar as diferenças entre os valores recebidos e as despesas assumidas por cada companhia ao longo da exploração.
O cálculo considera receitas com a produção de petróleo, investimentos, custos operacionais e royalties, conforme a participação de cada empresa nas jazidas.
O período analisado vai de 15 de setembro de 2000, data da assinatura do contrato de concessão original, até 30 de abril de 2026. Dessa forma, o pagamento compensa diferenças acumuladas antes da efetivação dos acordos de individualização.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNo contrato de concessão BM-S-11A, a Petrobras atua como operadora e detém 42,5% de participação. A Shell possui 25%, a TotalEnergies tem 22,5% e a Petrogal responde pelos 10% restantes.
Além disso, a estatal detém 100% de participação no contrato de cessão onerosa relacionado às áreas envolvidas. A combinação dos contratos exige a definição de percentuais específicos para cada jazida, considerando os volumes de petróleo associados a diferentes áreas contratuais.
Leia também: Petrobras estuda criação de novo polo na Bacia de Campos; entenda o plano
As empresas aplicam a individualização da produção quando um reservatório se estende por áreas sob contratos diferentes. Nesses casos, os operadores precisam estabelecer como dividirão os volumes produzidos, as receitas e as obrigações financeiras.
Com os acordos de Berbigão e Sururu, a Petrobras e suas parceiras ajustam as contas de acordo com as participações definidas para cada área.
O recebimento de US$ 859 milhões representa o saldo líquido favorável à estatal após essa reconciliação financeira, com liquidação prevista até novembro de 2026.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula 49% em disputa pelo Planalto, mostra pesquisa Palver
2
Netflix demite mais de 1.000 funcionários, cerca de 6% de seu quadro, em meio à desaceleração do crescimento
3
Após aprovar fim da escala 6×1, Senado votará PEC da Segurança Pública nesta quinta-feira (15)
4
‘Yes! We Have No Bananas’; guerra no Irã encarece cadeia produtiva da fruta e pressiona mercado americano
5
Mitre tem queda de 9,3% nas vendas e fica sem lançamentos no terceiro trimestre, segundo prévia operacional