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Sete blocos são arrematados em leilão da ANP, com ágio em todas as áreas
Publicado 07/10/2026 • 20:00 | Atualizado há 47 minutos
Publicado 07/10/2026 • 20:00 | Atualizado há 47 minutos
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Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Sete blocos são arrematados em leilão da ANP, com ágio em todas as áreas
O leilão da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) terminou com sete dos 13 blocos do pré-sal arrematados e ágio em todas as áreas. O 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção foi realizado nesta quarta-feira (07), no Rio de Janeiro.
Segundo a ANP, os sete blocos negociados receberam ofertas de excedente em óleo para a União acima dos percentuais mínimos previstos no edital. O ágio médio chegou a 108,38%, enquanto o maior resultado alcançou 494,64%.
Os blocos ficam nas bacias de Campos e Santos e foram adquiridos por Petrobras, Prio, Equinor, CNOOC e Sinopec, além da Galp em um dos consórcios vencedores.
Leia também: Leilão de petróleo e gás da ANP movimenta bônus de R$ 2,18 bilhões nesta quarta (07)
A Petrobras arrematou os blocos Azurita e Cruzeiro do Sul, ambos individualmente. Já a Prio ficou com Magnetita e Hematita, também na Bacia de Campos.
O maior ágio do leilão ocorreu no bloco Rodocrosita, na Bacia de Santos. O consórcio formado por Equinor e Galp ofereceu 15,52% de excedente em óleo para a União, resultado que representou ágio de 494,64% sobre o mínimo estabelecido.
A Equinor também venceu sozinha o bloco Rubi, enquanto CNOOC e Sinopec formaram o consórcio responsável pelo bloco Jade.
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Siga o Times | CNBCOs sete blocos renderam R$ 530,4 milhões em bônus de assinatura. Além disso, as empresas vencedoras assumiram investimentos mínimos de R$ 778,4 milhões durante a primeira fase dos contratos, destinada à exploração.
O edital define previamente o valor dos bônus. No regime de partilha, porém, o percentual de excedente em óleo destinado à União é um dos principais elementos das ofertas apresentadas pelas empresas.
Com o resultado, a área exploratória sob o regime de partilha deve crescer 58%, passando de 24,8 mil para 39,2 mil quilômetros quadrados.
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Segundo a Agência Brasil, apesar do resultado positivo nas áreas negociadas, seis dos 13 blocos ficaram sem propostas. São eles: Turmalina, Larimar, Aragonita, Opala, Granada e Cerussita.
Assim, o leilão teve sete blocos arrematados, mas não houve disputa direta entre empresas em nenhuma das áreas. A ANP informou que seis empresas apresentaram ofertas e todas saíram vencedoras.
Agora, os vencedores precisam cumprir as etapas seguintes, como apresentar documentos e pagar os bônus de assinatura. A previsão é que as partes assinem os contratos até 26 de fevereiro de 2027.
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