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ESG

Itaúsa lidera mapeamento de 128 soluções climáticas brasileiras prontas para implementação imediata

Publicado 23/03/2026 • 14:22 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Itaúsa lidera junto a Bradesco, Itaú Unibanco, Marco Polo, Natura, Nestlé e Vale o mapeamento de 128 soluções climáticas brasileiras maduras e prontas para implementação
  • Transição energética concentra 31 das 128 soluções mapeadas, seguida por bioeconomia, restauração florestal, infraestrutura e economia circular
  • Mecanismos de financiamento climático já estão disponíveis em bancos privados e públicos, incluindo linhas do BNDES como o Fundo Clima

A Itaúsa lidera, ao lado de Bradesco, Itaú Unibanco, Marco Polo, Natura, Nestlé e Vale, o mapeamento de 128 iniciativas climáticas brasileiras com potencial de escala global. O levantamento foi apresentado nesta segunda-feira (23) pela Case — Climate Action Solutions and Engagement — no relatório Histórias de Soluções Climáticas e Socioambientais Brasileiras.

O estudo reúne iniciativas maduras do setor privado em seis eixos: transição energética, bioeconomia, restauração florestal, infraestrutura, economia circular e financiamento climático. Segundo Marcelo Furtado, responsável pela área de sustentabilidade da Itaúsa, o diferencial do trabalho é mostrar o que já está pronto para ser implementado agora, e não apenas o que poderia ser feito no futuro.

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Transição energética lidera o ranking

Das 128 soluções mapeadas, 31 estão no eixo de transição energética, o maior do relatório. Somadas às sete iniciativas de biodiversidade, o bloco reúne quase 40 soluções dentro desse campo, que vai desde ônibus híbridos movidos a etanol, desenvolvidos pela Marco Polo, até a geração de biocombustíveis a partir de produtos do agronegócio brasileiro para uso em aviação, automóveis, maquinário e geração de energia elétrica.

Bioeconomia e restauração florestal aparecem logo na sequência, seguidas por infraestrutura, economia circular e financiamento climático. O relatório também contempla eixos adicionais como agricultura regenerativa, biocombustíveis e transição justa.

Soluções com financiamento já disponível

Para Furtado, um dos pontos mais relevantes do mapeamento é a disponibilidade imediata de mecanismos de financiamento. “Já existem mecanismos financeiros hoje disponíveis nos bancos”, afirmou o executivo, citando linhas de crédito de instituições privadas como Itaú e Bradesco, além de instrumentos públicos como o Fundo Clima e o Invest, organizados pelo BNDES.

A junção de tecnologia, capacidade de implementação do setor privado e financiamento disponível é apontada pelo executivo como uma combinação inédita. “O que a gente quer dizer é que o Brasil e a economia global têm solução, e o Brasil faz parte disso”, disse Furtado.

Brasil como referência global em clima

O relatório posiciona o Brasil como potência em soluções de baixo carbono, valorizando os ativos naturais do país em um momento em que a guerra no Irã reacende o debate global sobre dependência de combustíveis fósseis. “A gente tem que entender o risco da dependência de combustíveis fósseis e a grande oportunidade que temos olhando para o Brasil com transição energética e biocombustíveis”, afirmou Furtado.

O próximo passo da iniciativa, segundo o executivo, é selecionar entre as 128 soluções um grupo menor de iniciativas prioritárias para implementação na economia real ainda em 2026. Um novo evento sobre financiamento climático está previsto para 15 de abril.

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