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EXCLUSIVO: Berkshire Hathaway brilha com caixa recorde enquanto setor de tecnologia recua
Publicado 07/02/2026 • 13:33 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 07/02/2026 • 13:33 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
As ações da Berkshire Hathaway superaram o índice de referência S&P 500 nesta semana, enquanto investidores buscavam segurança frente a uma onda de vendas de ações de tecnologia, motivada por preocupações de que os gastos com IA estejam superando as receitas.
Essas quedas estão fazendo com que os mais de US$ 350 bilhões (R$ 1,8 bilhão) em caixa da Berkshire pareçam mais uma bênção do que uma maldição.
As ações classe A da empresa subiram 5,6% e as ações classe B ganharam 5,7%.
Apesar de uma recuperação na sexta-feira que colocou o Dow acima de 50 mil pela primeira vez, o S&P caiu 0,1% na semana.
As ações da Berkshire estão quase empatadas com o S&P no acumulado do ano, recuperando-se de uma desvantagem de quase 8 pontos percentuais na semana passada.
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As ações da DaVita dispararam quase 29% esta semana, após os lucros do quarto trimestre e a previsão de lucro para o ano inteiro virem acima das expectativas dos analistas.
Essa é uma boa notícia para a Berkshire, que detém uma participação de 44%, equivalente a mais de 30 milhões de ações, atualmente avaliadas em US$ 4,2 bilhões (R$ 21,9 bilhões).
A notícia não tão boa, porém, é que a empresa foi obrigada a vender quase 1,7 milhão de ações da DVA a um preço pré-alta de US$ 120,56 (R$ 629,3) cada na última quinta-feira, totalizando pouco menos de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão).
Em um acordo de 2024 com a DaVita, a Berkshire prometeu manter sua participação em 45% ou menos, limite que foi atingido porque a própria DaVita recomprou suas ações, aumentando a proporção de Buffett involuntariamente.
A Borsheims, subsidiária da Berkshire Hathaway, está planejando uma “grande transformação arquitetônica” de sua principal joalheria em Omaha para marcar sua entrada em uma “nova Era de Ouro”.
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Em um comunicado à imprensa, a presidente e CEO Karen Goracke afirmou que o objetivo é “reimaginar a experiência do cliente” com um “ambiente de luxo elevado” que reforce a marca como um destino.
Os descontos oferecidos aos acionistas ajudam a tornar a loja um destino obrigatório durante o fim de semana da reunião anual da Berkshire.
As reformas começarão após o encontro de maio e a loja permanecerá aberta durante as obras.
O projeto é da HDR com construção da Kiewit, ambas empresas sediadas em Omaha.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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