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Exclusivo CNBC: CEO da Palantir detalha cooperação com governo dos EUA e defesa militar
Publicado 12/03/2026 • 10:36 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 12/03/2026 • 10:36 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Em entrevista exclusiva à CNBC, o CEO da Palantir, Alex Karp, voltou a defender o uso de inteligência artificial em aplicações militares. Conhecido por declarações fortes, o executivo afirmou que tecnologias avançadas devem ser usadas para reforçar a superioridade estratégica dos Estados Unidos e alertou para o avanço tecnológico da China.
Segundo Karp, ferramentas de inteligência artificial desenvolvidas por empresas como Anthropic, OpenAI e xAI precisam abastecer as Forças Armadas americanas. Para ele, essas tecnologias são estratégicas e não deveriam ser compartilhadas com outros países.
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Durante a entrevista, o executivo afirmou que os Estados Unidos deveriam considerar a criação de um “novo Projeto Manhattan”, em referência ao programa que levou ao desenvolvimento da bomba atômica na Segunda Guerra Mundial. A proposta, segundo ele, seria mobilizar tecnologia de ponta para manter a vantagem militar americana.
Karp também argumentou que parte da sociedade e mesmo do setor empresarial ainda não compreende o grau de transformação que a inteligência artificial pode provocar. “As pessoas do dia a dia não têm noção de como essas tecnologias de inteligência artificial são disruptivas, são revolucionárias”, afirmou.
O executivo reconheceu que o avanço dessas tecnologias envolve riscos, mas disse que eles precisam ser administrados pelo governo e pelo Pentágono.
A entrevista também abordou a disputa tecnológica entre Estados Unidos e China. Karp afirmou que os americanos ainda mantêm vantagem, mas alertou que Pequim pode reduzir essa distância. Segundo ele, a China é “um país de engenheiros” que planeja suas estratégias de forma meticulosa, o que representa um risco competitivo.
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A Palantir mantém forte relação com o governo americano, seu principal cliente. A empresa fornece sistemas de análise de dados e inteligência usados por órgãos federais e pelas Forças Armadas. Entre as aplicações estão o processamento de grandes bases de dados e a criação de simulações e modelos para apoiar decisões estratégicas.
A companhia também já atuou em operações militares, incluindo apoio à Ucrânia na guerra contra a Rússia, com ferramentas para mapear o uso de drones e o avanço de tropas.
Ao comentar tensões no Oriente Médio, Karp também mencionou o Irã, avaliando que a estratégia do país de atacar vizinhos e infraestruturas pode ser considerada calculada. “Eles são maus, mas não são idiotas”, disse.
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