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Agibank reduz tamanho de IPO nos EUA em mais de 50% e corta faixa de preço
Publicado 11/02/2026 • 07:27 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 11/02/2026 • 07:27 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O Agibank reduziu em mais de 50% o tamanho de sua oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos e cortou a faixa indicativa de preço, segundo documento regulatório divulgado nesta terça-feira (10). A fintech brasileira planeja agora vender 20 milhões de ações entre US$ 12 e US$ 13 cada.
Inicialmente, o Agibank havia proposto a venda de cerca de 43,6 milhões de papéis, com preço estimado entre US$ 15 e US$ 18 por ação.
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O movimento ocorre em meio a sinais ainda frágeis de retomada do mercado de IPOs brasileiro em 2026, após anos de baixa atividade. Analistas apontam que o desempenho recente do setor nos EUA influenciou a revisão.
O banco digital PicPay, que estreou na Bolsa de Nova York no mês passado, acumula queda próxima de 20% desde o IPO. Para Lukas Muehlbauer, da IPOX Research, o desempenho negativo do concorrente criou um precedente para o segmento.
Segundo ele, o Agibank provavelmente enfrentou pressão de valuation às vésperas do roadshow.
Após a reestruturação, a operação do Agibank passou a ser composta exclusivamente por ações primárias. Acionistas existentes decidiram manter suas participações, em vez de vender papéis a uma avaliação inferior.
A decisão permitiu que o IPO avançasse, mas pode gerar risco de overhang no futuro, caso esses investidores optem por vender ações posteriormente.
O Agibank deve começar a negociar na New York Stock Exchange sob o código “AGBK” nesta quarta-feira (11).
O Agibank, sediado em São Paulo, já havia planejado abrir capital no Brasil em 2018, mas a operação foi suspensa em meio à volatilidade do período eleitoral.
Em 2024, a fintech levantou R$ 400 milhões junto ao fundo Lumina Capital Management, de Daniel Goldberg, em uma transação que avaliou a companhia em R$ 9,3 bilhões.
A oferta nos Estados Unidos tem coordenação global de Goldman Sachs, Morgan Stanley e Citigroup.
O desempenho do Agibank na estreia pode servir como novo termômetro para o apetite de investidores por fintechs brasileiras no mercado internacional.
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