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Buffett diz que bomba do Irã tornaria desastre nuclear mais difícil de evitar
Publicado 31/03/2026 • 14:20 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 31/03/2026 • 14:20 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Warren Buffett alertou que a disseminação de armas nucleares está tornando o mundo mais perigoso e afirmou que a possibilidade de o Irã adquirir uma bomba aumentaria o risco de um conflito catastrófico.
O presidente da Berkshire Hathaway disse que o número crescente de países com armas nucleares alterou profundamente o cenário global de riscos, ampliando preocupações que ele manifesta há décadas sobre proliferação.
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“Agora você tem… nove países”, disse Buffett, em entrevista à CNBC no programa “Squawk Box”, na terça-feira (31). “Nós nos preocupávamos enormemente quando eram dois… Você não estava lidando com pessoas instáveis ou algo do tipo. O cenário mudou completamente.”
Buffett apontou especificamente para o aumento das tensões geopolíticas envolvendo o Irã e a Coreia do Norte, sugerindo que a possível presença de armas nucleares nessas regiões eleva significativamente os riscos.
“Pense em como você se sentiria com a Coreia do Norte tendo isso e o Irã querendo obter”, afirmou. “A coisa mais perigosa é alguém que esteja com a mão no botão e que esteja morrendo ou enfrentando enorme humilhação… Não sei qual é a solução, mas sei que será mais difícil se o Irã tiver a bomba do que se não tiver.”
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O investidor, de 95 anos, há muito alerta que a disseminação de capacidades nucleares aumenta a probabilidade de um cenário extremo. Questionado sobre que conselho daria a um presidente dos Estados Unidos diante da questão do urânio enriquecido, Buffett adotou um tom fatalista sobre o longo prazo.
“Eu diria que, de uma forma ou de outra… nos próximos 100 anos — talvez 200, quem sabe — algo vai acontecer que levará ao uso dessas armas”, disse. “E não podemos eliminar o que já existe hoje.”
Leia mais: A última cartada de Buffett: o investimento estratégico da Berkshire no New York Times
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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