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Justiça antecipa falência de subsidiária da Oi e acende alerta sobre reestruturação do grupo
Publicado 26/12/2025 • 11:15 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 26/12/2025 • 11:15 | Atualizado há 3 meses
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Reprodução/Oi
Oi
A Justiça antecipou os efeitos da falência da Serede, subsidiária integral da Oi (OIBR3), que está em recuperação judicial. A decisão foi proferida pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, segundo comunicado divulgado pela operadora.
Em caráter de tutela de urgência, o magistrado acolheu os argumentos da administradora judicial, que apontaram a inviabilidade econômico-financeira da Serede. Com isso, foi determinada a antecipação parcial dos efeitos da decretação de falência da subsidiária.
Na mesma decisão, o Juízo definiu a separação processual da Brasil Telecom Call Center, outra controlada do grupo. A empresa deverá protocolar seu pedido de recuperação judicial por dependência, para que o processo seja conduzido de forma independente da liquidação da Serede.
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A partir da década de 2010, a Oi passou a enfrentar dificuldades financeiras crescentes, agravadas pela queda da telefonia fixa, altos custos operacionais e pela necessidade de investimentos em redes mais modernas. Em 2016, a companhia entrou com o maior pedido de recuperação judicial da história do Brasil, buscando renegociar dívidas bilionárias com credores nacionais e internacionais.
Desde então, a empresa vem promovendo um processo contínuo de reestruturação, com venda de ativos e mudança de foco estratégico. A Oi se desfez de operações de telefonia móvel e infraestrutura, concentrando esforços em serviços de fibra óptica e na redução da alavancagem financeira.
Mesmo após a homologação do plano de recuperação judicial, a companhia continuou enfrentando desafios para cumprir compromissos financeiros e sustentar suas operações.
Nos últimos anos, novas revisões do plano e medidas judiciais passaram a afetar subsidiárias do grupo, como no caso da Serede, refletindo as dificuldades persistentes da Oi em equilibrar sua estrutura financeira e operacional.
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A Oi surgiu a partir da privatização do sistema Telebrás, no fim dos anos 1990, quando passou a operar serviços de telefonia fixa no país. Ao longo dos anos 2000, a companhia expandiu suas atividades para telefonia móvel, internet e TV por assinatura, tornando-se uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil.
O crescimento acelerado foi sustentado por aquisições e fusões relevantes, como a incorporação da Brasil Telecom, em 2009, que ampliou a presença nacional da empresa. Esse processo, no entanto, elevou de forma significativa o endividamento do grupo, ao mesmo tempo em que o setor passava por mudanças tecnológicas e aumento da concorrência.
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