Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Quem é Henrique Braun, o brasileiro que vai comandar a Coca-Cola?
Publicado 11/12/2025 • 12:34 | Atualizado há 2 meses
EXCLUSIVO: Franquias em crise? Entenda o dilema bilionário dos estúdios de Hollywood
EXCLUSIVO Corrida a Pequim: Líderes mundiais buscam na China proteção contra a imprevisibilidade de Trump
CEO da bolsa da Indonésia renuncia após perda de US$ 84 bilhões no mercado
Gigante global: fundo da Noruega bate recorde e lucra US$ 1,38 trilhão em 2025
EXCLUSIVO: Trump adverte Reino Unido sobre reaproximação com a China: “Muito perigoso”
Publicado 11/12/2025 • 12:34 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
A Coca-Cola confirmou que o brasileiro Henrique Braun assumirá a presidência-executiva da companhia em 2026.
Segundo a empresa, a mudança ocorrerá em 31 de março, quando Braun também passará a integrar o conselho de administração. O atual presidente, James Quincey continuará na companhia como presidente executivo do conselho.
Braun está na empresa desde 1996 e atua como Vice-Presidente Executivo e diretor de operações desde 1º de janeiro de 2025, supervisionando todas as unidades operacionais da companhia. Desde de 2024 ocupa o cargo de vice-presidente executivo.
Entre 2023 e 2024, comandou a área de Desenvolvimento Internacional, responsável por sete das nove unidades operacionais. Antes disso, dirigiu a unidade operacional da América Latina entre 2020 e 2022 e liderou a unidade de negócios do Brasil de 2016 a 2020.
Entre 2013 e 2016, presidiu a operação da Grande China e Coreia do Sul. Braun ingressou na empresa em 1996, em Atlanta, e progrediu em posições estratégicas nas regiões da América do Norte, Europa, América Latina e Ásia.
Leia mais: Coca-Cola supera estimativas de lucro e receita, mas venda de bebidas segue fraca.
Sua experiência inclui atuação em cadeia de suprimentos, desenvolvimento de negócios, marketing, inovação, gestão geral e operações de engarrafamento. Ele possui formação em engenharia agronômica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mestrado pela Michigan State University e MBA pela Georgia State University. O executivo é cidadão americano, nascido na Califórnia e criado no Brasil.
“É uma honra assumir este novo cargo e tenho enorme apreço por tudo o que James fez para liderar a empresa”, disse Braun. “Meu foco será dar continuidade ao impulso que construímos com nosso sistema. Trabalharemos para desbloquear o crescimento futuro em parceria com nossos engarrafadores. Estou entusiasmado com o futuro do nosso negócio e vejo enormes oportunidades em um mercado global em rápida transformação.”
A mudança ocorre em um momento de menor demanda global por refrigerantes.
No terceiro trimestre, o volume mundial de caixas unitárias registrou alta modesta de 1% após queda no período anterior.
O recuo foi ainda mais intenso entre consumidores de baixa renda, que diminuíram o volume de compras. Para amenizar esse impacto, a empresa passou a apostar em embalagens menores e opções mais acessíveis. Já categorias como água, café e chá registraram desempenho superior ao dos refrigerantes, movimento que vem orientando ajustes estratégicos no portfólio.
Leia mais: Lucro da Coca-Cola sobe 30% no 3º trimestre, mas CEO alerta para desaceleração nos mercados emergentes.
Durante a gestão de Quincey, a Coca-Cola superou a rival Pepsico, impulsionada pelo desempenho em restaurantes e cinemas.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Caso Master: investimento de Vorcaro no futebol vai do Atlético-MG aos direitos de transmissão
2
Relatório aponta distorções bilionárias e crise de liquidez na Patria Investimentos; Fundo nega
3
Renovação automática e gratuita da CNH vale para idosos? Entenda as regras
4
Justiça bloqueia R$ 150 milhões da Fictor após tentativa polêmica de compra do Banco Master
5
‘SAFiel é a redemocratização’: projeto propõe quitação da Arena e Corinthians controlado pela torcida