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Ações da Xiaomi têm maior queda desde abril após acidente de carro elétrico com morte
Publicado 13/10/2025 • 06:54 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 13/10/2025 • 06:54 | Atualizado há 2 meses
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REUTERS/Go Nakamura
Pessoas visitam o estande da Xiaomi durante um dia de imprensa no Salão do Automóvel de Xangai, na China, em 23 de abril de 2025.
As ações da gigante chinesa de tecnologia Xiaomi caíram mais de 5% nesta segunda-feira (13), após relatos de que as portas de um de seus veículos elétricos não abriram após um acidente seguido de incêndio na China, que deixou uma pessoa morta.
Os papéis chegaram a recuar 8,7% na Bolsa de Hong Kong, a maior queda desde abril, antes de reduzir as perdas. Imagens e vídeos do sedã elétrico Xiaomi SU7 em chamas, na cidade de Chengdu, circularam nas redes sociais chinesas.
Vídeos e relatos de testemunhas mostraram transeuntes tentando — sem sucesso — abrir as portas do carro em chamas para resgatar o ocupante. De acordo com reportagens locais, equipes que estavam no local usaram extintores de incêndio para apagar o fogo.
A polícia de Chengdu informou que o acidente ocorreu após o SU7 colidir com outro sedã, resultando na morte de um homem de 31 anos, suspeito de dirigir sob influência de álcool.
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A Xiaomi, que fabrica eletrônicos, softwares e veículos elétricos, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da CNBC.
O episódio ocorre após um acidente fatal com o SU7 no início do ano, que já havia levantado dúvidas sobre os recursos de direção inteligente do veículo e provocado queda nas ações da empresa.
O acidente mais recente também pode aumentar o escrutínio sobre as maçanetas eletrônicas, um design popularizado pela Tesla e hoje comum em veículos elétricos modernos.
Diferentemente dos modelos mecânicos, as maçanetas eletrônicas dependem de sensores e energia elétrica e podem falhar em casos de incêndio ou pane elétrica.
De acordo com a mídia estatal chinesa, a China está considerando proibir esse tipo de maçaneta eletrônica para reduzir riscos de segurança associados à tecnologia.
Enquanto isso, a Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário dos Estados Unidos (NHTSA) abriu uma investigação sobre cerca de 174 mil unidades do Tesla Model Y, após relatos de falhas semelhantes nas maçanetas das portas.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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