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FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo de 2026
Por Nathalia Gimenes
Publicado 09/06/2026 • 07:32 | Atualizado há 1 uma semana
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Foto: Canva
Autoridades chinesas de alto escalão destacaram os planos de Pequim para promover o compartilhamento global e seguro da I.A.
Os Estados Unidos ampliaram nesta semana a lista de empresas chinesas consideradas ligadas às forças armadas de Pequim, em uma medida que elevou novamente as tensões entre as duas maiores economias do mundo.
A atualização foi divulgada pelo Departamento de Defesa norte-americano na última segunda-feira (8), em Washington, e incluiu gigantes dos setores de tecnologia, veículos elétricos, farmacêutico e robótica.
O governo americano afirma que as companhias podem contribuir para o fortalecimento militar chinês, enquanto Pequim acusa os EUA de promoverem discriminação contra empresas do país, de acordo com o The Wall Street Journal.
A reação chinesa veio pouco depois da divulgação da nova lista. A embaixada da China em Washington acusou o Pentágono de ampliar o conceito de segurança nacional para justificar restrições contra empresas chinesas.
Segundo o governo chinês, a medida tem caráter discriminatório e prejudica a atuação de companhias que desenvolvem atividades comerciais em diversos mercados internacionais.
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A crítica reforça o discurso adotado por Pequim nos últimos anos de que Washington utiliza questões de segurança para limitar a expansão econômica e tecnológica da China.
Entre os nomes adicionados pelo Departamento de Defesa estão Alibaba e Baidu, duas das maiores empresas de tecnologia da China.
Também passaram a integrar a lista a montadora de veículos elétricos BYD, a farmacêutica WuXi AppTec e a fabricante de robôs humanoides Unitree.
As empresas contestaram a decisão americana e afirmaram que não mantêm vínculos com o setor militar chinês. Algumas delas já estudam medidas para tentar reverter a classificação imposta pelo governo dos Estados Unidos.
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A relação elaborada pelo Pentágono identifica companhias que, na avaliação do governo americano, colaboram direta ou indiretamente com a modernização das forças armadas chinesas.
As empresas incluídas ficam impedidas de realizar negócios com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Embora a medida não represente automaticamente uma proibição total de operações no país, ela pode gerar impactos comerciais, afetar contratos governamentais e aumentar a pressão sobre investidores e parceiros.
Além das restrições oficiais, a presença na lista costuma provocar desgaste de imagem, o que pode influenciar decisões de consumidores e de outras instituições públicas americanas.
A atualização ocorre em um momento delicado da relação entre Washington e Pequim. Apesar dos esforços recentes para reduzir atritos comerciais, a área de segurança nacional continua sendo um dos principais pontos de conflito entre os dois países.
Autoridades americanas argumentam que a China utiliza empresas privadas para acelerar o desenvolvimento de tecnologias consideradas estratégicas para fins militares.
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O entendimento tem servido de base para uma série de restrições impostas nos últimos anos a setores como inteligência artificial, semicondutores, telecomunicações e computação avançada.
Para especialistas em segurança internacional, a ampliação da lista demonstra que as preocupações americanas agora se estendem para áreas mais amplas da economia chinesa, incluindo veículos elétricos, biotecnologia e robótica.
A versão atual substitui uma relação divulgada anteriormente neste ano. A primeira lista de 2026 chegou a ser publicada em fevereiro, mas foi retirada temporariamente para revisão.
Após ajustes realizados pelo Departamento de Defesa, alguns grupos voltaram a ser incluídos no documento final. Entre eles estão fabricantes chinesas de chips de memória que haviam sido retiradas da versão inicial.
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A revisão ocorreu em meio a negociações diplomáticas entre os governos de Donald Trump e Xi Jinping, que têm buscado administrar as disputas econômicas sem eliminar as divergências relacionadas à segurança nacional.
A inclusão na lista também tem gerado disputas judiciais. Nos últimos anos, algumas empresas chinesas recorreram aos tribunais americanos para contestar a classificação imposta pelo Pentágono.
Um dos casos mais conhecidos envolve a fabricante de sensores Hesai, que alegou prejuízos financeiros e danos à reputação após ser enquadrada pelo governo dos Estados Unidos.
Mesmo após questionamentos judiciais, a companhia voltou a aparecer na relação divulgada neste ano.
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A nova atualização reforça que, apesar de períodos de aproximação diplomática, a rivalidade tecnológica e estratégica entre Estados Unidos e China continua sendo um dos temas centrais da geopolítica global.
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