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Cúpula de Paris: 61 países assinam declaração para IA ética, aberta e inclusiva
Publicado 15/02/2025 • 21:22 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 15/02/2025 • 21:22 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
Nesta semana, a Cúpula de Ação de Inteligência Artificial (IA) reuniu lideranças globais em Paris, onde 61 países assinaram uma declaração conjunta com compromissos para o desenvolvimento de uma IA “ética”, “aberta” e “inclusiva”.
No entanto, os Estados Unidos e o Reino Unido optaram por não aderir a esse acordo. A vice-presidente da IPM Sistemas, Lúcia Mees, comentou em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC sobre os impactos desse tratado e os desafios envolvendo a IA no cenário internacional.
De acordo com Mees, a crescente polarização no desenvolvimento de IA reflete uma disputa geopolítica entre os grandes players globais, como os Estados Unidos e a China. Segundo ela, esses países, com suas vastas infraestruturas e poder tecnológico, estão moldando os modelos de IA que podem definir a nova ordem mundial. “Há uma grande preocupação com a soberania nacional, especialmente com o elevado consumo de energia das IAs e a governança ética dos modelos”, afirmou a vice-presidente da IPM.
Mees destacou que, ao contrário dos modelos americanos e chineses, a Europa está oferecendo uma abordagem diferente. A França, por exemplo, anunciou um investimento de mais de 100 bilhões de euros, priorizando infraestrutura tecnológica e o fortalecimento de uma IA com foco em ética e governança. Esse movimento visa criar independência e reduzir a dependência da infraestrutura externa.
O Brasil, embora ainda seja um grande consumidor de soluções externas, possui um grande potencial de inovação na área de IA, mas enfrenta desafios significativos. Mees afirmou que o país precisa de uma estratégia clara de desenvolvimento e mais investimentos em pesquisa e inovação.
“Atualmente, o Brasil é mais um usuário de tecnologias desenvolvidas fora do país, e não um criador”, ressaltou, indicando que o país precisa investir em políticas públicas coordenadas que incentivem a criação de um ecossistema nacional robusto.
Em relação à ética no uso da IA, Lúcia demonstrou preocupação com os avanços rápidos e os cenários apocalípticos que a tecnologia poderia gerar, como a substituição de empregos humanos. No entanto, ela acredita que o debate sobre o uso ético da IA tem sido genuíno e está sendo tratado com seriedade nas grandes discussões internacionais. “É importante que o desenvolvimento da IA não ocorra às custas da humanidade”, concluiu.
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