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Payroll: EUA criam 178 mil vagas em março e superam projeção do mercado; desemprego ficou em 4,3%
Publicado 03/04/2026 • 09:46 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 03/04/2026 • 09:46 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O mercado de trabalho americano criou 178 mil vagas em março de 2026, segundo o relatório de emprego divulgado nesta sexta-feira (3) pelo Departamento de Trabalho dos Estados Unidos – o payroll.
O resultado reverteu a perda de 133 mil postos registrada em fevereiro e surpreendeu pelo volume de setores que contribuíram para o avanço.
As projeções indicavam a criação de 49 mil a 92 mil postos de trabalho no setor não-agrícola americano. Na quarta, o relatório ADP apresentou a criação de 62 mil empregos no setor privado.
A taxa de desemprego ficou estável em 4,3%, com 7,2 milhões de americanos sem trabalho. O salário médio por hora dos trabalhadores do setor privado subiu 0,2%, para US$ 37,38, acumulando alta de 3,5% nos últimos 12 meses.
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O setor de saúde respondeu pela maior fatia do crescimento, com 76 mil vagas geradas em março. O avanço refletiu a volta de trabalhadores após uma greve em consultórios médicos, que respondeu por 35 mil postos, além de 15 mil empregos em hospitais. Nos 12 meses anteriores, o setor criava em média 29 mil vagas por mês.
A construção civil adicionou 26 mil postos, embora o segmento mostre pouca variação líquida ao longo do último ano. O setor de transporte e armazenagem contribuiu com 21 mil vagas, puxadas por mensageiros e entregadores. Mesmo assim, o segmento acumula queda de 139 mil postos desde o pico de fevereiro de 2025.
O emprego no governo federal recuou 18 mil postos em março e acumula redução de 355 mil vagas desde outubro de 2024, queda de 11,8% no período. O movimento reflete os cortes promovidos pela administração Trump no funcionalismo público ao longo dos últimos meses.
O setor financeiro também registrou retração, com perda de 15 mil postos em março, concentrada em finanças e seguros. O segmento acumula queda de 77 mil vagas desde o pico de maio de 2025.
Os dados de janeiro foram revisados para cima, de 126 mil para 160 mil vagas. Já fevereiro teve revisão negativa, de 92 mil para 133 mil postos eliminados. No conjunto, os dois meses somam 7 mil vagas a menos do que o reportado anteriormente.
O número de trabalhadores desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego por acreditar que não há vagas disponíveis, subiu 144 mil em março, para 510 mil pessoas. O próximo relatório de payroll está previsto para sexta-feira (8) de maio.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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