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‘Em tempos de domínio da IA, o futuro será mais humano que nunca’; confira análise
Publicado 16/02/2026 • 22:40 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 16/02/2026 • 22:40 | Atualizado há 4 semanas
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O “domínio” da inteligência artificial trará como grande benefício a redução da parte repetitiva dos trabalhos – e o que “sobrará” disso será o aperfeiçoamento das habilidades humanas (as chamadas human skills) como determinante no sucesso profissional. A opinião é do escritor, professor, palestrante e ex-diretor do LinkedIn na América Latina, Borja Castelar, que explica o que a IA não consegue substituir no trabalho e por que isso define o futuro das carreiras.
Ele diz que há muitos fatores até básicos que a IA não consegue substituir num profissional. “(a IA) Não consegue se conectar emocionalmente, não consegue gerar confiança, nem visão, nem segurança”, disse, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. “O que vai importar é como você se conecta, como se inspira, como você lidera, como se comunica. Mais que nunca, temos que nos voltar a isso. E é irônico: o que vai fazer a inteligência artificial é reduzir a parte repetitiva e técnica dos trabalhos, para (que possamos) focar na parte humana. Eu vejo um futuro, inclusive, mais humano que nunca”, complementa.
Borja lembra que com o avanço da IA, a atenção precisa se voltar a desenvolver-se as habilidades humanas como comunicação, persuasão e pensamento crítico. “É onde a gente tem que investir, em comunicação – quem triunfa não é quem mais sabe, é quem melhor comunica”, afirma. “E pensamento crítico combina muito bem com o uso de inteligência artificial.”
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Nesse aspecto, ele sustenta que o conhecimento não importará tanto no sucesso da carreira profissional. “Porque com uma pergunta ao ChatGPT, eu tenho a mesma informação que você, em qualquer área. O que importa é como você usa essa informação, como você toma ação, como se coloca pensamento crítico. Como se usa suas human skills?”, explica.
O avanço da IA, para Borja, dará justamente a oportunidade de os profissionais “terem tempo e visão” para potencializar suas competências interpessoais e, assim, caminhar junto à tecnologia para crescer profissionalmente. E aponta: “Os novos analfabetos vão ser as pessoas que não sabem usar a inteligência artificial. As pessoas medíocres, que não têm curiosidade, não têm mentalidade de eterno aprendiz nesta nova era, vão ficar fora completamente do novo mercado laboral.”
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