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Zuckerberg, Mosseri e Spiegel são convocados a depor em julgamento sobre segurança infantil nas redes sociais
Publicado 21/10/2025 • 15:48 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 21/10/2025 • 15:48 | Atualizado há 3 meses
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Brendan SMIALOWSKI / AFP
Imagem de arquivo. Mark Zuckerberg, CEO da Meta, testemunha durante a audiência do Comitê Judiciário do Senado dos EUA "Big Tech e a Crise de Exploração Sexual Infantil Online" em Washington, DC, em 31 de janeiro de 2024.
O CEO da Meta Platforms, Mark Zuckerberg, terá que depor no primeiro julgamento sobre os efeitos negativos das redes sociais em jovens usuários, determinou a juíza Carolyn B. Kuhl, do Tribunal Superior de Los Angeles.
A magistrada também ordenou que o CEO da Snap, Evan Spiegel, e o chefe do Instagram, Adam Mosseri, prestem depoimento no chamado “primeiro julgamento modelo”, previsto para janeiro. A decisão veio após uma audiência em que representantes das empresas tentaram impedir que os executivos fossem convocados.
“O depoimento de um CEO é particularmente relevante, já que o conhecimento desse dirigente sobre os danos e a falta de ações para evitá-los podem comprovar negligência ou ratificação de condutas negligentes”, escreveu Kuhl.
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A juíza considerou que os depoimentos seriam “únicos”, diante das acusações de que as companhias de redes sociais não alertaram os usuários sobre recursos desenvolvidos para “serem viciantes” e “estimularem comportamentos compulsivos” em menores de idade.
A Meta recusou-se a comentar o caso, enquanto a CNBC informou ter procurado a Snap para obter uma declaração.
O julgamento faz parte de uma série de processos que acusam empresas de tecnologia de redes sociais de deliberadamente criarem plataformas e recursos que prejudicam jovens usuários e afetam sua saúde mental.
No início deste mês, a cidade de Nova York entrou com uma ação judicial contra várias dessas empresas, alegando que elas desenvolveram plataformas viciantes que contribuem para problemas de saúde mental em crianças. Em janeiro, CEOs — incluindo Zuckerberg — já haviam prestado depoimento no Senado americano sobre formas de proteger menores dos danos causados pelas redes sociais.
A Meta apresentou uma moção para impedir que Zuckerberg e Mosseri testemunhassem no julgamento, defendendo que os advogados dos autores usassem depoimentos anteriores. A empresa argumentou que obrigar ambos os executivos a comparecerem pessoalmente em mais julgamentos interferiria nas operações da companhia e “criaria um precedente” para outras ações semelhantes.
A Snap, por sua vez, afirmou que obrigar Spiegel a depor seria um “abuso de discrição”.
O escritório Kirkland & Ellis, que representa a Snap, afirmou em nota à CNBC que a decisão do tribunal “não afeta em nada a validade das acusações”.
“Embora acreditássemos que as horas de depoimento já prestadas e as declarações de vários outros executivos seriam suficientes, esperamos ter a oportunidade de demonstrar por que as alegações dos autores contra o Snapchat são incorretas, tanto nos fatos quanto juridicamente”, afirmou o escritório.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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