Tupy registra receita líquida cai 6% no quarto trimestre
Publicado 28/03/2025 • 11:09 | Atualizado há 6 dias
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Publicado 28/03/2025 • 11:09 | Atualizado há 6 dias
KEY POINTS
Planta de Ramos Arizpe, da Tupy
Divulgação/Tupy
A Tupy, multinacional brasileira, registrou Ebida ajustado de R$ 1,3 bilhão em 2024, o maior valor da história da companhia, com crescimento de 2% na comparação anual e margem de 12,1%, frente ao mesmo período de 2023.
A geração de caixa operacional atingiu R$ 1,4 bilhão, também um recorde em toda a trajetória da Empresa. A relação dívida líquida sobre o Ebitda Ajustado foi de 1,8x, patamar bastante confortável e em linha com os indicadores históricos, refletindo uma gestão financeira consistente e equilibrada.
Em 2024, a companhia atingiu receita líquida de R$ 10,7 bilhões, queda de 6% em relação ao ano anterior, impactada pela retração de volumes. No entanto, ganhos de eficiência operacional, a valorização do dólar e o crescimento de cerca de 20% na receita da MWM contribuíram para mitigar essa redução. O lucro líquido do período foi de R$ 82 milhões.
“Apesar da redução no volume de vendas, as margens do negócio tradicional foram ampliadas. Incorporamos novos contratos de manufatura e seguimos investindo em novos negócios que, embora não impactem positivamente nas receitas ainda, têm alto potencial de crescimento e escalabilidade. Nossos resultados refletem a execução das ações planejadas, a confiança nas perspectivas futuras e, acima de tudo, o comprometimento de todos os times da companhia”, afirma Fernando de Rizzo, CEO da Tupy.
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Segundo a Tupy, a partir do segundo semestre de 2025, espera-se uma recuperação nas vendas, impulsionada pelo crescimento econômico, reposição de frota, melhora nos indicadores setoriais e expectativa de pre-buy diante da nova regulação de emissões nos EUA em 2027.
Ainda segundo a companhia, esse aumento de volume será absorvido por uma estrutura industrial mais enxuta e eficiente, resultando em maior rentabilidade. Além disso, novos produtos, mais complexos e com margens atrativas, incluindo serviços de alto valor agregado, entrarão em produção. Com os investimentos já realizados, os projetos começarão a gerar receita ainda em 2025.
Recentemente, a companhia fechou dois novos contratos com duas montadoras de caminhões para o desenvolvimento e produção de componentes estruturais de veículos extrapesados. Esses acordos irão gerar receitas adicionais de R$ 250 milhões por ano.
Em um dos contratos, a Tupy será responsável pela fabricação, usinagem e pré-montagem de cabeçote de motor, com entregas a partir de 2027. No outro projeto, que terá início em 2028, a Tupy fabricará o bloco de motor que será utilizado nas gerações futuras de motores desta montadora, a plataforma de motor mais vendida do mundo para caminhões pesados.
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