Com receita recorde, CBF garante Ednaldo até 2030
Publicado 24/03/2025 • 19:23 | Atualizado há 3 dias
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Publicado 24/03/2025 • 19:23 | Atualizado há 3 dias
KEY POINTS
Ednaldo Rodrigues foi reeleito presidente da CBF
Joédson Alves/Agência Brasil
Com o apoio unânime das federações estaduais e dos principais clubes do país, Ednaldo Rodrigues foi reeleito presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por aclamação nesta segunda-feira (24). A votação aconteceu dias após o ex-atacante Ronaldo Nazário desistir de sua candidatura. A recondução de Ednaldo ao cargo ocorre no comando de uma entidade que, em 2023, registrou receita bruta de R$ 1,172 bilhão — o maior valor da sua história. O mercado ainda aguarda a divulgação do balanço financeiro de 2024.
Ednaldo, candidato único, permanecerá à frente da CBF no período entre 2026 e 2030, após conquistar o apoio das 27 federações estaduais e dos 40 clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro.
Durante sua gestão, o principal aumento no faturamento veio dos direitos de transmissão e de contratos comerciais. Esse valor saltou de R$ 357,7 milhões em 2022 para R$ 538,2 milhões em 2023, um crescimento de 50,4%.
“Hoje, celebramos não apenas a confirmação do nosso trabalho pela reeleição, mas o triunfo da democracia, do diálogo, da liberdade e da autonomia das organizações esportivas”, disse o dirigente em discurso na Assembleia Geral da entidade.
“Ao longo dos últimos anos, enfrentamos muitos desafios. Sofremos todo tipo de preconceito e perseguições. Tentaram até um golpe. Resistimos e vencemos”, completou.
Ednaldo assumiu a presidência da CBF em 2022, após a saída de Rogério Caboclo, que enfrentou denúncias de assédio sexual e moral. No fim de 2023, ele chegou a ser afastado do cargo depois que a Justiça anulou as eleições que o haviam levado à presidência. No entanto, a pressão da Fifa e da Conmebol — que ameaçaram impor sanções esportivas ao Brasil — foi determinante para sua recondução.
Os poucos obstáculos à reeleição desapareceram quando Ronaldo anunciou, no dia 13 de março, a desistência de sua candidatura, alegando falta de apoio.
O “Fenômeno” afirmou que 23 federações se recusaram a ouvir sua proposta e demonstraram “satisfação” com a gestão atual. “Fica claro que não há como concorrer”, escreveu o ex-jogador em sua conta no Instagram.
A eleição da CBF ocorre em um momento em que a Seleção Brasileira não vem apresentando bons resultados nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, apesar da vitória por 2 a 1 sobre a Colômbia na última quinta-feira (20), que garantiu a terceira colocação na tabela. Nesta terça-feira (25), o Brasil enfrenta a líder Argentina, em Buenos Aires.
Durante o segundo mandato de Ednaldo Rodrigues, o Brasil também será sede da Copa do Mundo Feminina, em 2027.
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