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Negócios em jogo: Goiânia recebe MotoGP e projeta impacto econômico de R$ 868 milhões
Publicado 18/03/2026 • 13:55 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 18/03/2026 • 13:55 | Atualizado há 2 horas
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Reprodução/Times Brasil
Goiânia volta ao calendário mundial da MotoGP após 37 anos e, desta vez, com números que vão muito além da pista. O investimento de R$ 250 milhões na reforma do autódromo e no entorno do complexo deve gerar um impacto econômico de R$ 868 milhões para a cidade, segundo estudo apresentado pelo piloto e empresário Cacá Bueno em entrevista à CNBC Brasil.
A conta fecha já no primeiro evento. “Gasta 250, diretamente você recupera a metade desse investimento e causa um impacto de R$ 868 milhões na economia da região”, resumiu Bueno.
O evento deve gerar 4 mil empregos diretos e indiretos na região. Só em arrecadação direta de ICMS e ISS, a projeção é de R$ 130 milhões, o que representa metade do investimento inicial recuperado apenas pela via tributária.
Para Bueno, o autódromo bem gerido vai além do esporte. “O autódromo é um parque esportivo, um parque de treinamento, um parque de eventos. Goiânia soube fazer muito bem esse papel”, afirmou.
O apelo internacional do evento ficou evidente nos dados de busca por passagens aéreas. A procura por voos para Goiânia ultrapassou 300 mil buscas, com crescimento de 250% nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior. Espanhóis, italianos e americanos lideraram a busca pelo destino, atraídos pela presença de pilotos e equipes de seus países na competição.
Dentro do Brasil, os paulistas responderam por 68% das buscas por viagens à capital goiana para o evento.
A reforma do autódromo não foi pensada apenas para esta etapa. O complexo servirá de base para outras categorias, como Stock Car e Porsche Cup, além de eventos, shows e atividades de formação técnica. “O que vai ser gasto para manter a categoria lá no próximo ano é mínimo, talvez 10% do valor investido, e a receita é exponencial”, disse Bueno.
A MotoGP já havia passado por Goiânia nas edições de 1987 e 1989, e pelo Rio de Janeiro no início dos anos 2000, no Autódromo de Jacarepaguá. Para Bueno, o Rio perdeu protagonismo no motorsport justamente com a destruição do autódromo carioca. “O Rio tinha Fórmula Indy, MotoGP, teve Fórmula 1. Foi destruído o autódromo há muitos anos. Goiânia ocupou esse espaço muito bem”, avaliou.
A etapa brasileira acontece em um momento de renovação do motorsport nacional. Diogo Moreira representa o Brasil na categoria principal da MotoGP, enquanto Gabriel Bortoleto compete na Fórmula 1. Outros autódromos pelo país também passaram por reformas recentes, como os de Brasília e Cuiabá, e Chapecó inaugura o seu ainda este ano.
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