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Investimentos em patrocínio na F1 crescem e devem passar de US$ 3 bilhões; veja os bastidores
Publicado 17/03/2026 • 11:13 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 17/03/2026 • 11:13 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Reuters
Investimentos em patrocínio na F1 crescem e devem passar de US$ 3 bilhões
A F1 vive um momento de forte expansão comercial, o avanço ocorre em meio ao crescimento global da audiência, ao interesse de marcas internacionais e à ampliação da presença do esporte no mercado de mídia e entretenimento.
Um estudo divulgado em fevereiro de 2026 pela Ampere Analysis aponta que os investimentos em patrocínio na categoria devem superar US$ 3 bilhões, cerca de R$ 15,7 milhões, neste ano.
Atualmente controlada pela Liberty Media, a principal categoria do automobilismo consolidou nos últimos anos uma estratégia que combina esporte, marketing e conteúdo digital.
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Como resultado, equipes e organizadores têm atraído novas empresas interessadas em associar suas marcas a um público global cada vez mais diversificado.
Os gastos com patrocínio na F1 devem crescer cerca de 15% ao ano. Em 2025, o valor já havia alcançado aproximadamente US$ 2,5 bilhões. A projeção indica que o volume ultrapassará a marca de US$ 3 bilhões em 2026.
Esse avanço acompanha a transformação da F1 em uma plataforma global de entretenimento e marketing. A categoria deixou de ser apenas um campeonato de corridas e passou a operar como um grande produto de mídia, com transmissão em diversos países e forte presença digital.
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Além disso, o aumento do público jovem e a expansão do mercado nos Estados Unidos ampliaram o interesse de anunciantes e parceiros comerciais, de acordo com o The Street.
O crescimento do interesse comercial se reflete diretamente nos resultados financeiros da categoria. A F1 encerrou 2025 com receita de US$ 3,9 bilhões, valor 14% maior que o registrado no ano anterior.
Segundo executivos da Liberty Media, o desempenho foi impulsionado por novos contratos de marketing, renovação de parcerias tradicionais e pela expansão das ações de publicidade digital.
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Esse cenário reforça a posição da categoria como uma das propriedades esportivas mais valiosas do mundo no setor de mídia e entretenimento.
Entre os setores mais ativos no patrocínio da F1 está o de tecnologia, empresas da área já investiram mais de US$ 565 milhões em contratos com equipes e com a própria organização da categoria.
Companhias como Hewlett Packard Enterprise e Oracle representam uma parcela significativa desse crescimento. Juntas, elas respondem por cerca de 24% da expansão do investimento tecnológico na F1.
Nos últimos meses, também cresceram as parcerias relacionadas à inteligência artificial. Acordos recentes envolvem empresas como Meta, Anthropic e Groq, que buscam na categoria um ambiente de testes para análise de dados e computação avançada.
Outro setor que vem ampliando sua participação é o de vestuário esportivo e moda. Nos últimos dois anos, os investimentos dessas empresas em patrocínios da F1 cresceram cerca de 75%.
Diversas parcerias de longo prazo começam a valer a partir de 2026. Entre os principais acordos estão contratos com marcas como Puma e Adidas, que somam aproximadamente US$ 140 milhões, quase R$ 735 milhões, em novos patrocínios.
Outras empresas também reforçam a presença na categoria. A Tommy Hilfiger passou a fornecer uniformes para a equipe Cadillac de F1. A New Era firmou acordo com a Williams Racing, enquanto a Castore iniciou parceria com a equipe Haas.
Além disso, a marca HUGO mantém colaboração com a equipe Visa Cash App Racing Bulls. Já o grupo de luxo LVMH entrou no segundo ano de um contrato global de dez anos com a F1.
O Nubank anunciou uma parceria de longo prazo com a equipe Mercedes-AMG PETRONAS Formula One Team e passará a ser parceiro oficial da escuderia a partir da temporada de 2026 da F1, segundo publicado pelo Times Brasil – Exclusivo Licenciado CBNC.
O acordo faz parte da estratégia do banco digital de ampliar sua presença internacional e fortalecer o posicionamento global da marca.

A categoria reúne cerca de 827 milhões de fãs no mundo e representa uma vitrine relevante para o Nubank crescer fora da América Latina, especialmente em mercados como Brasil, México, Colômbia e Estados Unidos.
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Pelo lado esportivo, a Mercedes inicia um novo ciclo após uma década de domínio na F1, período em que conquistou oito títulos de construtores e nove campeonatos de pilotos.
O aumento do público também explica o interesse crescente das marcas. A categoria ampliou sua presença digital e intensificou acordos com empresas de mídia, o que contribuiu para atrair espectadores mais jovens.
Com isso, a F1 passou a gerar maior engajamento nas redes sociais e a estimular o consumo de produtos oficiais, fator que aumenta o retorno para patrocinadores.
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