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Negócios em Jogo: Copa do Mundo movimenta bilhões, mas prêmio é simbólico, analisa Cacá Bueno
Publicado 23/12/2025 • 14:18 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 23/12/2025 • 14:18 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Embora a Copa do Mundo esteja entre os maiores eventos esportivos e econômicos do planeta, a premiação paga às seleções campeãs representa apenas uma parcela marginal do volume financeiro que o torneio movimenta globalmente.
No quadro Negócios em Jogo, exibido nesta terça-feira (23) no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Cacá Bueno chamou a atenção para a disparidade entre os prêmios distribuídos e os valores investidos e gerados em torno do evento.
“O prêmio do campeão é praticamente simbólica: cerca de US$ 50 milhões. É muito dinheiro para muita gente, mas, ao olhar para o mercado de seleções ou mesmo para o volume que a própria Fifa gasta e reinveste no evento, estamos falando de cifras na casa dos bilhões de dólares”, afirmou.
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Segundo ele, o investimento da FIFA em um ano de Copa do Mundo alcança valores “na casa de bilhões”, superando com folga o montante destinado às seleções que chegam ao pódio. O terceiro colocado, por exemplo, recebe cerca de US$ 29 milhões.
O contraste se torna ainda mais evidente quando se observam outras fontes de receita associadas ao torneio. De acordo com Bueno, a projeção é que as apostas globais durante a Copa do Mundo movimentem cerca de US$ 35 bilhões. “O que gira em torno da Copa do Mundo vai muito além desses US$ 50 milhões pagos ao campeão”, disse.
Na comparação com o futebol de clubes, a lógica se inverte. O Mundial de Clubes, segundo Bueno, distribuiu US$ 115 milhões em premiação, mais do que o dobro do valor pago ao campeão mundial de seleções. “Esses, sim, precisavam ser convencidos a participar. Para as seleções, é sempre um orgulho estar lá”, afirmou.
Apesar da diferença expressiva nos valores, Bueno avalia que a premiação não é determinante para o nível de preparação ou de competitividade das seleções. “Eu não acho que a premiação vá pautar exatamente o nível de preparação que as seleções vão ter”, disse.
No caso do Brasil, o impacto da Copa do Mundo extrapola o campo esportivo. “O desempenho no Mundial muda o humor do país inteiro, muda a economia do país inteiro. Se a seleção vai bem e ganha o Mundial, movimenta mais dinheiro, a economia fica mais feliz, o comércio vai muito bem”, afirmou, destacando o papel central do futebol na cultura brasileira.
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