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Receita do esporte feminino de elite chegará a US$ 2 bilhões, diz Deloitte
Publicado 18/03/2025 • 12:35 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 18/03/2025 • 12:35 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Esporte feminino.
Pixabay.
As receitas globais do esporte de elite feminino estão a caminho de chegar a US$ 2 bilhões em 2025, com apelo comercial em alta, de acordo com especialistas financeiros da Deloitte.
A empresa disse na terça-feira (18) que a combinação de receita de matchday, comercial e de transmissão elevaria as receitas para US$ 2,35 bilhões (2,15 bilhões de euros) em todo o mundo, acima dos US$ 1,88 bilhão em 2024.
Isso representaria um aumento de 240% em quatro anos. A Deloitte avaliou o mercado de 2022 em US$ 692 milhões.
“O apelo comercial dos esportes femininos e de seus atletas nunca foi tão alto, pois o setor continua a brilhar no cenário global”, disse Jennifer Haskel, do Deloitte Sports Business Group. “O crescimento do esporte feminino continuou a superar as expectativas, pois várias competições, ligas, clubes e atletas geram retornos significativos, apesar dos recursos limitados”, acrescentou.
“Crucialmente, a indústria está indo além das métricas míopes para se concentrar na evolução de estruturas e programas legados por meio de investimentos aprimorados e ações ousadas.”
Os dois esportes com maior geração de receita são basquete e futebol.
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A Deloitte disse que a Copa do Mundo de Rúgbi Feminino de 2025, realizada na Inglaterra, já vendeu um número recorde de ingressos e a Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027 no Brasil terá como objetivo explorar um mercado emergente.
“Os grandes eventos estão aumentando a visibilidade e a participação, mas uma ação deliberada precisa ser tomada após esses grandes momentos para impulsionar o sucesso doméstico de ligas e clubes”, disse Haskell.
“Não é mais suficiente apenas sediar um evento — os organizadores devem ser ousados e pensar em novas maneiras de envolver os fãs e impulsionar a participação mesmo depois que o campeão for coroado.”
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