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Após sequência de recordes, Ibovespa B3 fecha em queda
Publicado 16/01/2026 • 18:12 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 16/01/2026 • 18:12 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução B3
B3
O Ibovespa B3 encerrou esta sexta-feira (16) em queda, após a sequência recente de recordes históricos. O principal índice da Bolsa brasileira recuou 0,46%, aos 164.799,98 pontos, em um pregão marcado por realização de lucros e aumento da cautela dos investidores diante do cenário internacional mais tenso.
Depois de renovar máximas ao longo da semana, o mercado passou a adotar uma postura mais defensiva, refletindo principalmente a retomada das tensões geopolíticas no Oriente Médio e no Leste Europeu. O movimento reduziu o apetite por risco nos mercados globais e acabou pressionando ativos de países emergentes, como o Brasil.
No noticiário externo, pesou o aumento da presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio em meio à escalada das tensões com o Irã, além de novos ruídos geopolíticos envolvendo Rússia, Israel e Groenlândia. Esse ambiente mais incerto levou investidores a buscar proteção e contribuiu para o ajuste negativo do índice.
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No mercado doméstico, os dados de atividade vieram fortes. O IBC-Br subiu 0,68% em novembro, acima das expectativas, reforçando a percepção de uma economia ainda aquecida. Apesar de positivo do ponto de vista macroeconômico, o dado pressionou os juros futuros, o que acabou limitando o desempenho da Bolsa no dia.
Ainda assim, o resultado mantém no radar a expectativa de início do ciclo de cortes da Selic nos próximos meses.
Entre os destaques do pregão, ações de CVC figuraram entre as maiores quedas, enquanto papéis de menor liquidez lideraram os ganhos. O Ibovespa VIX recuou 1,52%, indicando que, apesar da correção, não houve aumento significativo da percepção de risco estrutural no mercado.
No câmbio, o dólar à vista fechou praticamente estável, com leve alta de 0,08%, negociado na faixa de R$ 5,37. A moeda americana refletiu o fortalecimento global do dólar diante das tensões geopolíticas e a alta dos rendimentos dos Treasuries.
Por outro lado, o desempenho sólido da economia brasileira e a perspectiva de manutenção do diferencial de juros ajudaram a conter uma valorização mais forte da divisa.
Com o feriado prolongado nos EUA na próxima segunda-feira (19), o mercado tende a operar com liquidez reduzida e maior sensibilidade ao noticiário internacional, enquanto os investidores seguem atentos aos próximos sinais sobre política monetária e ao ambiente geopolítico global.
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