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Bolsas da Ásia fecham em alta, após China manter meta de crescimento em 5%
Publicado 05/03/2025 • 07:23 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 05/03/2025 • 07:23 | Atualizado há 12 meses
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Bolsas da Europa
As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira, após a China manter sua meta de crescimento para este ano e apesar de crescentes tensões comerciais em meio à ofensiva tarifária do governo Trump.
Entre mercados da China continental, o índice Xangai Composto subiu 0,53%, a 3.341,96 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,41%, a 2.054,15 pontos.
O governo chinês estabeleceu uma meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de “cerca de 5%” para 2025, a mesma do ano passado, no início de uma reunião anual do legislativo.
Para economistas, a manutenção da meta demonstra confiança e sugere maior apoio das políticas oficiais para impulsionar a demanda.
No noticiário macroeconômico, o PMI de serviços chinês subiu de 51 em janeiro para 51,4 em fevereiro, sinalizando expansão um pouco mais forte do setor, segundo pesquisa da S&P Global/Caixin.
Em outras partes da Ásia, o Hang Seng saltou 2,84% em Hong Kong, a 23.594,21 pontos, enquanto o japonês Nikkei teve modesta alta de 0,23% em Tóquio, a 37.418,24 pontos, o sul-coreano Kospi avançou 1,16% em Seul, a 2.5558,13 pontos, interrompendo uma sequência de três pregões negativos, e o Taiex registrou ganho de 1,22% em Taiwan, a 22.871,90 pontos.
Investidores também monitoram o tenso quadro comercial, um dia após os EUA oficialmente imporem tarifas de 25% a produtos do Canadá e do México e tarifação adicional de 10% a bens chineses.
Ontem, o secretário de comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse que pode haver “algum alívio” nas tarifas para os países vizinhos, mas não fez menção à China.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho pelo segundo dia consecutivo, ignorando o tom positivo da Ásia. O S&P/ASX 200 recuou 0,70% em Sydney, a 8.141,10 pontos.
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