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Bolsas da Ásia fecham sem direção única, com Tóquio sob pressão de dados e China em rali
Publicado 29/08/2025 • 07:14 | Atualizado há 5 meses
ALERTA DE MERCADO:
Ibovespa B3 renova recorde e ultrapassa os 175 mil pontos
Publicado 29/08/2025 • 07:14 | Atualizado há 5 meses
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EUGENE HOSHIKO/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Pedestres passam diante de um painel eletrônico de ações exibindo o índice Nikkei do Japão em uma corretora de valores mobiliários na capital Tóquio, nesta sexta-feira, 20 de junho de 2025, em Tóquio.
As bolsas da Ásia fecharam sem direção única nesta sexta-feira (29), com perdas em Tóquio após dados negativos no Japão. Os mercados chineses, por outro lado, encerraram em alta e terminaram um agosto marcado por forte valorização, diante de especulações sobre possíveis medidas de estímulos no país.
“Novas discussões sobre estímulos, após dados mais fracos em meados de agosto, parecem ter apoiado investidores que seguem tendências a apostar no movimento de alta das ações chinesas, com mais de US$ 4 bilhões em entradas só na última semana”, comentam estrategistas do TD Securities em relatório.
Neste cenário, o índice Xangai Composto fechou hoje com ganho de 0,37%, a 3.857,93 pontos, depois de ter alcançado maior nível em 10 anos no começo da semana. O menos abrangente Shenzhen Composto subiu 0,51%, a 2.443,68 pontos, na sessão. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 0,32%, a 25.077,62 pontos.
Leia também: Trump quer China em discussões sobre arsenais nuclares e diz que país pode se equiparar aos EUA nesse setor em 5 anos
Outras praças asiáticas, porém, tiveram dificuldades em ecoar o ímpeto positivo na segunda maior economia do planeta. Em Taiwan, o índice Taiex cedeu 0,01%, a 24.233,10 pontos. Já o sul-coreano Kospi perdeu 0,32%, a 3.186,01 pontos.
Em Tóquio, o Nikkei recuou 0,26%, a 42.718,47 pontos. A produção industrial do Japão caiu 1,6% em julho ante junho, em meio a incertezas tarifárias. Já a inflação ao consumidor na capital japonesa arrefeceu na comparação anual do mês passado.
Apesar disso, o papel da Mitsubishi Corporation subiu 1,30%, após a Berkshire Hathaway, de Warren Buffet, elevar a participação na empresa para além de 10%.
No médio, as ações japonesas devem se beneficiar da retomada dos cortes de juros do Federal Reserve (Fed), do crescimento da demanda doméstica e do avanço das reformas de governança corporativas, prevê o especialista de portfólio Daniel Hurley, da T. Rowe Price.
Na Oceania, o índice S&P/ASX 200, de Sydney, teve leve queda de 0,08%, a 8.973,10 pontos.
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