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Bolsas de Nova York fecham em alta e renovam recordes, com expectativa por corte nos juros do Fed
Publicado 24/10/2025 • 18:25 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 24/10/2025 • 18:25 | Atualizado há 4 meses
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Bolsas da Europa
As bolsas de Nova York encerraram em alta nesta sexta-feira (24), impulsionadas pelos dados de inflação dos Estados Unidos, que reforçaram a expectativa de uma postura mais branda do Federal Reserve (Fed). O movimento levou os principais índices a atingirem recordes históricos durante a sessão e no fechamento.
O Dow Jones avançou 1,01%, aos 47.207,12 pontos, após atingir 47.326,73 pontos no intradia. O S&P 500 subiu 0,79%, a 6.791,69 pontos, enquanto o Nasdaq teve alta de 1,1%, a 23.204,87 pontos. Na semana, os ganhos acumulados foram de 2,20%, 1,91% e 2,31%, respectivamente.
Mesmo antes da divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI), os futuros de Wall Street já operavam em terreno positivo, sustentados pelos bons resultados corporativos — como os da Intel (+0,31%) e da Ford (+12,16%). Após a leitura do CPI abaixo do esperado, que reforçou as apostas de corte de juros, os índices aceleraram o movimento de alta.
Segundo o Swissquote, a tendência é de continuação do rali das ações, apesar das “preocupações crescentes com uma possível bolha” no mercado.
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Bolsas da Europa fecham majoritariamente em alta; Londres e Stoxx 600 renovam recordes
O setor bancário se destacou, com Wells Fargo (+2,31%), Morgan Stanley (+2,86%), Goldman Sachs (+4,41%), J.P. Morgan (+2%) e Citigroup (+2,16%), após o Fed aprovar novas regras de teste de estresse.
Entre as tecnológicas, a AMD disparou 7,63%, impulsionada por vendas mais fortes de computadores, enquanto a Alphabet subiu 2,67%, beneficiada por um acordo bilionário da Anthropic com a controladora do Google.
Na ponta oposta, as ações da Deckers Outdoor caíram 15,21% após divulgar projeções abaixo do esperado para o ano fiscal. Já a Procter & Gamble (P&G) agradou o mercado com receita acima das estimativas, avançando 0,89%.
O mercado segue atento ao encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, que pode aliviar as tensões comerciais entre Estados Unidos e China.
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