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Bolsas de NY são afetadas por pressão do setor de energia e saúde
Publicado 16/12/2025 • 18:48 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 16/12/2025 • 18:48 | Atualizado há 10 meses
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Pixabay
As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta terça-feira (16) sem direção única, com perdas acentuadas nas ações de energia e do setor da saúde, enquanto as techs tiveram um dia de alívio. O mercado acompanhou, também, números econômicos divergentes dos Estados Unidos.
Os índices operaram com sinal negativo durante boa parte da sessão, recuperando fôlego nos últimos minutos antes do fechamento. O subíndice de energia do S&P foi o principal perdedor do dia, com queda de 2,98%.
O movimento seguiu a baixa de quase 3% do petróleo, com o WTI atingindo o menor valor desde 2021. Empresas do setor, como a Exxon Mobil (-2,63%), Chevron (-2,06%) e ConocoPhillips (-3,80%), recuaram fortemente.
A área da saúde, com perdas de 1,28%, também foi uma das responsáveis pela volatilidade em Wall Street. A movimentação aconteceu após a Pfizer rever as projeções para este ano, fazendo os papéis da empresa caírem em 3,41%. Na esteira, a Merck (-1,98%), Johnson & Johnson (-2,27%), Eli Lilly (-0,74%) e Moderna (-0,10%) também ficaram com sinal negativo.
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Já o setor de tecnologia — que vinha registrando consecutivas perdas — teve alívio nesta terça, impulsionando o Nasdaq a operar no azul nos últimos minutos da sessão. A Broadcom (+0,44%), uma das protagonistas dos últimos dias, interrompeu a sequência de perdas. A Oracle também avançou (+2,02%) e a Nvidia (+0,81%).
Em outros destaques, a Tesla ganhou 3,07%, em meio a notícias de que a fortuna do CEO Elon Musk atingiu US$ 3,2 trilhões (R$ 17,28 trilhões). A Ford teve alta modesta de 0,15%, após a empresa anunciar foco em veículos híbridos e não mais totalmente elétricos.
No cenário macro, dados divergentes de empregos, serviço e varejo não foram suficientes para causar grandes alterações nas apostas por corte nos juros pelo Federal Reserve, segundo a ferramenta do CME Group.
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