Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Bolsas de NY são afetadas por pressão do setor de energia e saúde
Publicado 16/12/2025 • 18:48 | Atualizado há 5 meses
Petróleo sobe após novos ataques dos EUA no Irã elevarem temor sobre Ormuz
Jamie Dimon diz que JPMorgan pode gastar até R$ 101 bilhões em aquisições
Ações da Abercrombie sobem 12% após balanço superar expectativas apesar de impacto da guerra com Irã
Semicondutores, aéreas e varejo: veja as ações que lideram em Wall Street nesta quarta (27)
Amazon começa a vender sua tecnologia de I.A. para e-commerce a outros varejistas
Publicado 16/12/2025 • 18:48 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Pixabay
As bolsas de Nova York encerraram a sessão desta terça-feira (16) sem direção única, com perdas acentuadas nas ações de energia e do setor da saúde, enquanto as techs tiveram um dia de alívio. O mercado acompanhou, também, números econômicos divergentes dos Estados Unidos.
Os índices operaram com sinal negativo durante boa parte da sessão, recuperando fôlego nos últimos minutos antes do fechamento. O subíndice de energia do S&P foi o principal perdedor do dia, com queda de 2,98%.
O movimento seguiu a baixa de quase 3% do petróleo, com o WTI atingindo o menor valor desde 2021. Empresas do setor, como a Exxon Mobil (-2,63%), Chevron (-2,06%) e ConocoPhillips (-3,80%), recuaram fortemente.
A área da saúde, com perdas de 1,28%, também foi uma das responsáveis pela volatilidade em Wall Street. A movimentação aconteceu após a Pfizer rever as projeções para este ano, fazendo os papéis da empresa caírem em 3,41%. Na esteira, a Merck (-1,98%), Johnson & Johnson (-2,27%), Eli Lilly (-0,74%) e Moderna (-0,10%) também ficaram com sinal negativo.
Leia mais:
Ibovespa B3 tem queda de quase 4 mil pontos; dólar sobe
Negociações Rússia-Ucrânia impactam em bolsas da Europa; entenda
Já o setor de tecnologia — que vinha registrando consecutivas perdas — teve alívio nesta terça, impulsionando o Nasdaq a operar no azul nos últimos minutos da sessão. A Broadcom (+0,44%), uma das protagonistas dos últimos dias, interrompeu a sequência de perdas. A Oracle também avançou (+2,02%) e a Nvidia (+0,81%).
Em outros destaques, a Tesla ganhou 3,07%, em meio a notícias de que a fortuna do CEO Elon Musk atingiu US$ 3,2 trilhões (R$ 17,28 trilhões). A Ford teve alta modesta de 0,15%, após a empresa anunciar foco em veículos híbridos e não mais totalmente elétricos.
No cenário macro, dados divergentes de empregos, serviço e varejo não foram suficientes para causar grandes alterações nas apostas por corte nos juros pelo Federal Reserve, segundo a ferramenta do CME Group.
—
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Copasa: recuo da oferta no dia do anúncio com as propostas já na mesa é ‘mais sério do que ajuste de cronograma’
2
Bombardier apresenta em SP jato mais rápido do mundo; fila de espera é de 2 anos e custo de US$ 85 mi
3
Mais de 200 empresas brasileiras migram para o Paraguai e reduzem custos em até 40%
4
EXCLUSIVO: Mercado de fusões e aquisições no Brasil sobe 114% em valor com menos negócios e mais capital por operação
5
Micron vale US$ 1 trilhão, falta memória no mundo e o assessor de imprensa está ‘até o pescoço’ com as pautas de I.A.