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Negociações Rússia-Ucrânia impactam em bolsas da Europa; entenda
Publicado 16/12/2025 • 15:29 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 16/12/2025 • 15:29 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Eric Piermont/AFP
As bolsas da Europa caíram nesta terça-feira (16), marcadas pela cautela dos investidores à espera de indicadores e decisões de política monetária.
O foco recaiu sobre o relatório payroll nos Estados Unidos, que não minou a chance de manutenção de juros em janeiro, além de desdobramentos ligados às negociações para um possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia, que pressionaram o setor de defesa e energia.
No noticiário macroeconômico, indicadores mistos ajudaram a explicar o desempenho desigual das praças. O PMI composto preliminar da zona do euro caiu mais do que o esperado em dezembro.
Na Alemanha, a desaceleração do PMI contrastou com a melhora do índice de expectativas ZEW. Já no Reino Unido, o avanço do desemprego reforçou apostas de corte de juros pelo Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) nesta semana.
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Para o ICAEW, “a velocidade preocupante de deterioração do mercado de trabalho britânico torna um corte de juros na quinta-feira praticamente inevitável“. Já nos EUA, o payroll divergente de novembro, com alta na criação de vagas, mas também aceleração do desemprego, ajudou a aumentar a pressão sobre as bolsas europeias.
Entre as ações, papéis de defesa tiveram forte queda após avanços nas conversas para encerrar o conflito no Leste Europeu, fazendo o subíndice do setor recuar cerca de 2,5%; a sueca Saab caiu quase 5%. No setor de energia, ações como Shell (-2,76%) e BP (-3,54%) cederam, acompanhando a forte queda do petróleo com a perspectiva de um acordo de paz e fazendo o subíndice energético recuar 1,55%.
Entre outros destaques, a Kering subiu 1,41% em Paris após receber recursos com a venda de participação em um ativo imobiliário na Quinta Avenida. Já a BMW caiu 1,16% em Frankfurt, após propor a conversão de todas as suas ações preferenciais em ações ordinárias.
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