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Bolsas europeias fecham em alta após sinal de trégua dos EUA com a China
Publicado 13/10/2025 • 21:28 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 13/10/2025 • 21:28 | Atualizado há 12 meses
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Os principais mercados de ações da Europa terminaram o pregão desta segunda-feira (13) em alta, recuperando parte das perdas do final da semana passada.
Os investidores ficaram de olho nos desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e China, depois que autoridades americanas adotaram um discurso mais aberto ao diálogo com Pequim.
Em Londres, o índice FTSE 100 subiu 0,18%, fechando aos 9.444,71 pontos. Já em Frankfurt, o DAX avançou 0,55%, alcançando 24.375,28 pontos. O CAC 40, de Paris, encerrou o dia com alta de 0,07%, a 7.923,92 pontos. O FTSE MIB, de Milão, teve valorização de 0,14%, chegando a 42.106,28 pontos.
Em Madri, o Ibex 35 ganhou 0,36%, terminando o dia em 15.542,04 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,65%, para 8.222,83 pontos. Os números ainda são preliminares.
O desempenho dos mercados europeus foi puxado principalmente pelas ações das mineradoras (+1,94%) e empresas de tecnologia (+1,70%) nesta segunda-feira. No domingo (12), o presidente dos EUA, Donald Trump, adotou um tom mais calmo em relação à China e afirmou que “tudo ficará bem”.
“A volatilidade neste momento deve ser encarada como parte do processo de normalização, e não como início de uma nova queda”, avaliou o banco Julius Baer.
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Segundo análise do Berenberg, as exportações da China que têm subsídio estatal e que estão sendo direcionadas para outros mercados fora dos EUA podem acabar prejudicando as próprias exportações europeias. “As disputas comerciais aumentam o risco de desaceleração do crescimento da Alemanha e da Europa no fim de 2025 e começo de 2026”, alertou o banco.
Entre os papéis que mais subiram, destaque para a holandesa ASML Holding, fornecedora de equipamentos para produção de chips, que avançou 3,64%. Já a ASM International teve alta de 2,19%. A alemã Infineon Technologies, do setor de semicondutores, fechou com ganho de 1,20%.
No setor de mineração, a BHP subiu 1,82% em Londres, enquanto a Glencore registrou alta superior a 3%.
No campo político europeu, os investidores continuam acompanhando de perto o desenrolar da situação na França. No domingo, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, anunciou a formação de um novo gabinete como tentativa de acalmar a instabilidade política no país.
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