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Bolsas europeias fecham em baixa, pressionadas por declarações de Trump e queda nos setores de defesa e mineração
Publicado 10/10/2025 • 16:03 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 10/10/2025 • 16:03 | Atualizado há 5 meses
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Bolsas da Europa
As principais bolsas da Europa terminaram o dia em queda nesta sexta-feira (10), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou aumentar as tarifas impostas à China.
Mais cedo, os índices chegaram a oscilar sem direção definida e com pouca força, devido à pressão negativa sobre as ações dos setores de defesa e mineração, com o início do cessar-fogo em Gaza.
Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,92%, fechando aos 9.421,62 pontos. Em Frankfurt, o DAX perdeu 1,40%, encerrando aos 24.266,80 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 1,53%, para 7.918,00 pontos. Em Milão, o FTSE MIB registrou queda de 1,74%, ficando em 42.047,50 pontos.
Já em Madri, o Ibex 35 caiu 0,78%, aos 15.480,70 pontos. Lisboa foi a exceção, com o PSI 20 subindo 0,73%, a 8.169,87 pontos. Todos esses números são preliminares.
“A China fez um movimento sombrio ao controlar as terras raras”, escreveu Donald Trump em sua rede Truth Social nesta sexta-feira (10), dizendo que medidas de retaliação estão sendo seriamente analisadas, principalmente a aplicação de “tarifas pesadas”.
A declaração derrubou as bolsas em Nova York e fez disparar o índice VIX, conhecido como o “termômetro do medo” em Wall Street, trazendo um efeito dominó para os mercados europeus.
O segmento de mineração já vinha sofrendo desde quinta-feira (9) com o aperto nas regras de exportação impostas pela China, que são essenciais para a produção de várias tecnologias de defesa, além de outros produtos de uso cotidiano. O subíndice desse setor no Stoxx 600 fechou em baixa de 1,02%.
Entre os destaques negativos, papéis da Glencore caíram 3,25% em Londres, enquanto a ArcelorMittal recuou 5,65% em Amsterdã.
O subíndice europeu de aeroespacial e defesa também teve queda, caindo 1,66%, influenciado ainda pelas novidades vindas do Oriente Médio. O Exército de Israel confirmou que o cessar-fogo com o Hamas começou ao meio-dia desta sexta-feira, logo após o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu aprovar o acordo.
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Entre as empresas do setor, o Grupo Renk, da Alemanha, caiu 4,67%; a italiana Leonardo perdeu 4,56%; e a francesa Thales recuou 1,51%.
Também nesta sexta-feira (10), está no radar dos mercados a expectativa de que o presidente francês, Emmanuel Macron, anuncie o nome do novo primeiro-ministro, que vai substituir Sébastien Lecornu.
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