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Mapa da semana da bolsa: Raízen tem derrocada histórica; veja quem brilhou e quem tombou
Publicado 13/02/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 13/02/2026 • 23:00 | Atualizado há 2 horas
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Montagem Times Brasil Licenciado Exclusivo CNBC
Ibovespa B3
O Ibovespa B3 terminou a segunda semana de fevereiro no azul, com alta acumulada de 1,92% e fechamento em 186.464 pontos. Mas o índice deixou um recado: não foi alta “de bloco”, foi de escolha. A temporada de balanços do quarto trimestre e a dinâmica do fluxo estrangeiro puxaram uma rotação setorial que premiou quem entregou execução e puniu com força quem trouxe dúvida, principalmente sobre alavancagem.
Rodrigo Rios, CEO da LR3 Investimentos, resume o tom do mercado. “A semana foi marcada por forte rotação setorial dentro do Ibovespa. Tivemos renovação de máximas em alguns momentos, fluxo estrangeiro mais presente e reação intensa aos balanços do quarto trimestre. O mercado separou execução de promessa.”
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Entre as maiores valorizações da semana, a Suzano liderou o movimento, com ganho de 16,22%. Para Gabriel Uarian, analista CNPI da Cultura Capital, a alta veio na esteira de um quarto trimestre acima do esperado. Ele cita melhora relevante de margens, reversão de prejuízo e sinalização mais favorável para preços de celulose em 2026, combinado à retomada de demanda e disciplina de custos.
Na mesma direção, o Assaí avançou 12,76%, em uma reação que misturou leitura de resultado e expectativa de melhora adiante. Marco Saravalle, estrategista da MSX Invest, pondera que o entusiasmo foi mais de “trajetória” do que de surpresa no número do trimestre.“Os resultados em si foram bem modestos. Mas tem muitas iniciativas que mostram que a gente pode ter boas evoluções, então foi mais expectativa, parcerias, do que isoladamente o resultado.”
Outra alta que chamou atenção no recorte semanal foi a Rumo, com ganho de 6,49%, apoiada pelo noticiário de volumes e pela leitura de maior eficiência operacional em um ambiente em que o investidor voltou a selecionar nomes com execução percebida como mais previsível.
Leia também: Ibovespa B3 recua em dia de pressão sobre commodities e cautela pré-Carnaval
Do lado negativo, o tombo mais duro ficou com a Raízen, que caiu cerca de 25% e encerrou a semana na mínima histórica, em meio à reação do mercado à prévia operacional e à deterioração da confiança sobre o ritmo de desalavancagem.
Enquanto isso, segundo analistas do TradeMap, a taxa de aluguel atingiu 41,08% na quarta-feira (11), o maior nível da série, indicando a intensificação das apostas na queda do papel”.

Além disso, Saravalle descreve que o foco do investidor, neste momento, extrapolou a ação e foi direto para o risco de crédito. “A grande preocupação, não só no equity, não só nas ações, mas principalmente do lado da dívida, é a Raízen. Ela está chegando num momento em que se especula se seria necessário ou não a companhia entrar em, por exemplo, recuperação judicial, para entender o tamanho da preocupação do mercado.”
Outras quedas relevantes da semana vieram de nomes que seguem sob pressão operacional ou de alavancagem: Hapvida recuou 11,64%, com o mercado ainda desconfiado do avanço de margens e do controle de sinistralidade; Cogna caiu 9,19%, em um setor que continua sendo cobrado por previsibilidade e retomada; e CSN (-8,20%) e CSN Mineração (-7,30%) sofreram com a sensibilidade ao cenário externo e o comportamento do ciclo global de commodities.
Rodrigo Rios avalia que o padrão do pregão ao longo da semana reforçou um mercado menos tolerante. “Quem entrega execução sobe. Quem gera dúvida corrige.”
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