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Ibovespa encerra em baixa de 1,13% devido à pouca perspectiva de trégua entre EUA e China
Publicado 10/04/2025 • 18:12 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 10/04/2025 • 18:12 | Atualizado há 12 meses
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Pixabay
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou seu desejo de chegar a um acordo com a China e expressou otimismo nas negociações. No entanto, essa visão não foi refletida no mercado nesta quinta-feira (10), com o Ibovespa em queda desde o início do dia.
Isso porque as duas maiores economias do mundo ainda não indicaram que alguma delas irá ceder. Além disso, as tarifas dos EUA sobre importações chinesas somam 145%, e não 125% como havia sido anunciado no dia anterior.
O Ibovespa fechou em baixa de 1,13%, com 126.354,75 pontos, mas o desempenho ainda foi melhor que o das bolsas americanas: Nasdaq caiu 4,31%, S&P 500 recuou 3,46% e o Dow Jones diminuiu 2,50%. Na bolsa brasileira, a Petrobras foi destaque negativo, perdendo R$ 22,67 bilhões em valor de mercado, com as ações caindo mais de 6% devido à queda no preço das commodities.
A mínima do Ibovespa, de -2,27%, ocorreu no início da tarde, quando os investidores absorveram a notícia de que as tarifas dos EUA sobre importações chinesas atingiram 145%, superando os 125% divulgados por Trump na quarta-feira.
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“Houve um movimento de ajuste na Bolsa hoje por conta do alto grau de incerteza e a expectativa de que essa guerra não terá uma solução simples. Não acreditamos que China ou EUA vão recuar”, analisa Charo Alves, especialista em investimentos da Valor Investimentos.
Na mesma linha, Danielle Lopes, sócia da Nord Investimentos, aponta que “o mercado ainda não acredita que haverá uma solução pacífica no curto prazo”. Por isso, os investidores permanecem em “estado de alerta” e consideram a possibilidade de novas tarifas serem anunciadas, ela complementa.
Nem mesmo a reafirmação de Trump sobre seu desejo de alcançar um acordo com a China conseguiu acalmar o temor do mercado. Ele mencionou que autoridades chinesas já teriam entrado em contato para negociar, mas reiterou críticas à China, acusando o país de tratamento injusto que teria “destruído” os EUA, que agora “estão se recuperando”.
A ideia de que o agravamento da guerra comercial, por meio de tarifas, leva a uma desaceleração econômica global e maior inflação, reduz a expectativa de demanda por commodities, fazendo com que o preço do petróleo caia cerca de 3%. Por isso, as empresas petrolíferas lideraram as perdas.
Por outro lado, o minério de ferro fechou em alta de 3% em Dalian, mais cedo. Mesmo assim, o setor de mineração e siderurgia recuou quase que em conjunto – a única exceção foi a Vale, que subiu 1,79%, apoiada pela elevação de recomendação do Bank of America (BofA) de neutra para compra. Entre as principais ações, todos os grandes bancos registraram queda.
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