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Ibovespa B3 bate 189 mil pontos e renova máxima histórica mesmo após payroll forte

Publicado 11/02/2026 • 11:35 | Atualizado há 2 horas

Ibovespa B3

Pixabay

Ibovespa B3

O Ibovespa B3 voltou a renovar máxima histórica nesta quarta-feira (11), mesmo após a divulgação de um payroll mais forte que o esperado nos Estados Unidos. O principal índice da B3 chegou aos 189.295 pontos na máxima intradiária e operava próximo dos 189 mil pontos por volta das 11h31, com alta de 1,16%.

O movimento confirma a força do fluxo comprador na bolsa brasileira, que vem acumulando sucessivos recordes nas últimas semanas.

Tela do Ibov às 11h31

Ibovespa renova máxima mesmo com dados fortes nos EUA

O avanço ocorre mesmo após o mercado de trabalho americano surpreender positivamente. O payroll mostrou criação de 130 mil vagas em janeiro, muito acima das 55 mil esperadas, enquanto a taxa de desemprego caiu de 4,4% para 4,3%.

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Em tese, dados mais fortes reduzem a probabilidade de corte de juros pelo Federal Reserve já em março. Juros mais altos por mais tempo nos EUA costumam pressionar mercados emergentes ao fortalecer o dólar e elevar o retorno dos Treasuries.

Ainda assim, o Ibovespa manteve tração e buscou novo recorde.

Blue chips impulsionam o Ibovespa

O desempenho positivo reflete principalmente a valorização das ações de maior peso no índice, como Vale e Petrobras.

Na sessão anterior, as chamadas blue chips haviam limitado os avanços do Ibovespa. Nesta quarta-feira, passaram a liderar os ganhos, ajudando o índice a superar os 188 mil pontos.

A retomada de fluxo comprador nesses papéis reforça a leitura de rotação de capital para ativos brasileiros.

Dólar estável e possível reversão

No mesmo horário, o dólar à vista operava praticamente estável, com leve alta de 0,01%, cotado a R$ 5,196.

Mais cedo, a moeda americana chegou a cair com mais força, mas reduziu o ritmo após o payroll. Um dólar mais forte globalmente tende a atuar como canal de pressão inflacionária no Brasil via câmbio, encarecendo importações.

Juros nos EUA e impacto sobre a Selic

Com o mercado de trabalho americano mais aquecido do que o previsto, diminui o espaço para cortes rápidos de juros pelo Fed.

Isso pode afetar a trajetória da Selic, já que juros mais altos nos EUA tornam os Treasuries mais atrativos e podem reduzir fluxo para emergentes.

Ainda assim, a bolsa brasileira segue sustentada por fatores locais e pelo fluxo estrangeiro.

Mais cedo, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sinalizou cautela quanto às expectativas de início do ciclo de cortes da Selic.

Fluxo estrangeiro e rotação de capital

Desde o ano passado, o enfraquecimento estrutural do dólar e o diferencial de juros têm impulsionado a rotação de capital para o Brasil.

Esse movimento tem sido um dos principais motores por trás dos sucessivos recordes do Ibovespa.

Mesmo com o payroll forte, o índice mostra resiliência, indicando que o fluxo para a B3 permanece consistente.

Cenário macro adicional

Investidores também monitoram:

  • Pesquisa eleitoral Genial/Quaest
  • Dados de inflação ao produtor (IPP) no Brasil
  • Perspectivas para commodities

O IPP mostrou alta de 0,12% em dezembro, com destaque para metalurgia (+2,24%) e indústrias extrativas (+3,13%), setores que dialogam diretamente com o desempenho de empresas relevantes do Ibovespa.

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