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Dólar fecha em baixa e acumula queda de 2,16% em fevereiro
Publicado 27/02/2026 • 17:14 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/02/2026 • 17:14 | Atualizado há 2 meses
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O dólar à vista fechou em baixa de 0,10% nesta sexta-feira (27), cotado a R$ 5,1340. Durante o dia, oscilou entre R$ 5,1231 e R$ 5,1706.
A moeda americana acumulou baixas de 0,81% na semana, 2,16% em fevereiro e de 6,47% no acumulado de 2026.
No exterior, o índice DXY perdia 0,20%, aos 97,598 pontos. O euro avançava 0,21%, a US$ 1,1823. E a libra subia 0,03%, a US$ 1,3485.
A leve queda foi provocada pela formação do Ptax em fevereiro, afirma Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. Ele explica que taxa serve como referência para a liquidação de diversos contratos financeiros, especialmente derivativos cambiais e operações de hedge. Por isso, próximo à sua formação, principalmente no fim do mês, é comum observar movimentos mais técnicos no mercado, com investidores ajustando posições para se adequar à taxa que será utilizada como base nas liquidações.
Contribuiu também com o desempenho do dólar, as tensões geopolíticas, com possíveis ataques contra o Irã no fim de semana.
“No cenário doméstico, commodities em alta, manutenção da atratividade do diferencial de juros brasileiro com a divulgação do IPCA-15 bem acima das projeções, puxou os mercados de DI para cima reforçando o diferencial de juros o que limitou movimentos mais intensos. O resultado foi um pregão marcado por baixa tendência, com o câmbio oscilando em faixa estreita”, avalia Shahini.
O especialista da Nomad destaca ainda o fluxo estrangeiro na bolsa brasileira, que acaba sustentando a valorização do real frente ao dólar.
André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, pondera que mesmo diante do cenário de desaceleração da inflação nos próximos meses, o IPCA-15 de fevereiro mostra que o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) pode ser excessivamente cauteloso no processo de normalização da política monetária.
“Mesmo diante da expectativa de que a inflação continuará convergindo para níveis ainda mais baixos ao longos dos próximos meses, e dos sinais concretos de desaceleração da atividade econômica, o Copom pode decidir, por e excesso de cautela, como tem feito, por fazer um ciclo de cortes de juros mais curto neste ano”, aponta.
Segundo Galhardo, essa cautela do Copom penaliza o setor produtivo e o mercado de trabalho, mas pode distender o movimento de valorização do real para as próximas semanas, prolongando a queda do dólar.
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