Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ouro cai com dólar forte e expectativa sobre juros nos EUA
Publicado 16/07/2026 • 15:44 | Atualizado há 2 meses
Venezuela concede à petrolífera NABEP, apoiada pelos EUA, concessões de 100 anos para 17 campos de petróleo
Dow Jones despenca 370 pontos após os EUA atacarem o Irã, mas índice registra quinto mês consecutivo de alta
Trump se reúne com refinarias de petróleo dos EUA enquanto pressiona por queda nos preços da gasolina
EUA e Irã retomam confronto direto; Trump ameaça polo estratégico do petróleo iraniano
Rússia prepara ‘ataques massivos’ contra instalações de energia da Ucrânia após ataque mais letal do ano
Publicado 16/07/2026 • 15:44 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Unsplash
Ouro
O ouro encerrou a sessão desta quinta-feira (16) em queda e voltou a ficar abaixo do nível de US$ 4 mil por onça-troy. A retração ocorreu principalmente em razão do fortalecimento do dólar, da expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos e do aumento das tensões no Oriente Médio.
O contrato do ouro para agosto, negociado na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), recuou 1,47% e encerrou a sessão a US$ 3.992,1 por onça-troy. Com o resultado, o metal atingiu a menor cotação em duas semanas e voltou a se aproximar da faixa de US$ 3.900.
A prata para setembro também terminou o dia em baixa, com queda de 2,17%, ao fechar a US$ 56,187 por onça-troy.
Leia mais: Bolsas europeias fecham em queda, mas Londres avança com alta de ações da BAT e Vodafone
O fortalecimento do dólar pressionou os preços do ouro, pois a valorização da moeda americana reduz a atratividade da commodity para investidores que negociam em outras moedas.
Além disso, a perspectiva de juros elevados nos Estados Unidos afetou o desempenho do metal, já que rendimentos maiores dos Treasuries aumentam a concorrência com o ouro, que não oferece retorno financeiro.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNo cenário geopolítico, o mercado acompanhou os riscos relacionados ao Oriente Médio, especialmente a possibilidade de interrupções no Estreito de Bab el-Mandeb. A preocupação surgiu após relatos de que o Irã teria solicitado ao Houthis o bloqueio da rota marítima, em meio ao aumento das ofensivas entre Estados Unidos e Irã.
Os preços do petróleo permaneceram elevados e contribuíram para a valorização do dólar e para o avanço dos rendimentos dos títulos do governo americano.
O banco MUFG avaliou que o comportamento futuro do ouro dependerá do impacto dos preços de energia sobre a inflação nos Estados Unidos. O mercado busca identificar se o movimento representa uma pressão inflacionária prolongada ou apenas um choque geopolítico temporário.
A alta dos preços de energia também levantou dúvidas sobre a atuação do Federal Reserve. Segundo a plataforma Forex.com, valores persistentemente elevados do petróleo podem dificultar uma postura mais flexível por parte do banco central americano.
Embora indicadores recentes tenham apontado redução de inflação nos Estados Unidos em junho, as tensões internacionais alteraram as expectativas dos investidores em relação à política monetária.
Entre os dados econômicos divulgados no país, os pedidos de auxílio desemprego recuaram na semana anterior e ficaram abaixo das expectativas dos analistas. As vendas no varejo também registraram crescimento, embora o avanço tenha ficado ligeiramente abaixo das projeções do mercado.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
2
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
3
iPhone 18 Pro pode ter pré-venda em horário incomum
4
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente
5
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro