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Ibovespa B3 acelera rali e fecha aos 184 mil pontos; Fed e Copom mantêm taxas

Publicado 28/01/2026 • 18:11 | Atualizado há 8 minutos

KEY POINTS

  • O Ibovespa B3 manteve a trajetória positiva nesta terça-feira (28) e fechou em alta de 1,52%, aos 184.691,05 pontos, máxima histórica.
  • O desempenho reflete um ambiente ainda favorável aos ativos de risco, com o mercado internacional reagindo à decisão do Federal Reserve (Fed), que interrompeu cortes e manteve os juros inalterados nos Estados Unidos, e os investidores locais já se posicionando para a reunião do Copom, marcada para esta semana.
  • A expectativa é de manutenção da Selic em 15%, mas com atenção redobrada ao tom do comunicado, que pode trazer sinalizações sobre o início do ciclo de cortes mais à frente.
O que é o Ibovespa B3?

Reprodução B3

B3

O Ibovespa B3 manteve a trajetória positiva nesta terça-feira (28) e fechou em alta de 1,52%, aos 184.691,05 pontos, avanço de 2.771,92 pontos. O valor de fechamento também é a máxima histórica, reforçando o movimento consistente de valorização da bolsa brasileira.

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O desempenho reflete um ambiente ainda favorável aos ativos de risco, com o mercado internacional reagindo à decisão do Federal Reserve (Fed), que interrompeu cortes e manteve os juros inalterados nos Estados Unidos, e os investidores locais já se posicionando para a reunião do Copom, marcada para esta semana.

A expectativa é de manutenção da Selic em 15%, mas com atenção redobrada ao tom do comunicado, que pode trazer sinalizações sobre o início do ciclo de cortes mais à frente.

As blue chips voltaram a sustentar o índice. Petrobras avançou 3,54%, acompanhando o movimento do petróleo, enquanto B3 subiu 2,35% e Cosan teve alta de 3,44%. O destaque do dia ficou para a Raízen (RAIZ4), que disparou 17,78%, liderando tanto o volume financeiro quanto as maiores altas do pregão, em um movimento de forte apetite por papéis ligados a energia e commodities.

No pano de fundo, o mercado segue se beneficiando da combinação de fluxo estrangeiro, dólar globalmente mais fraco e perspectiva de flexibilização monetária adiante. O Ibovespa VIX permaneceu em patamar elevado, mas com variação contida, indicando que, apesar da volatilidade ainda presente, o investidor segue disposto a assumir risco.

No câmbio, o dólar ficou praticamente estável, cotado a R$ 5,20, após oscilar entre R$ 5,17 e R$ 5,22 ao longo do dia. A estabilidade da moeda reflete o compasso de espera pelas decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, além do ambiente externo mais equilibrado.

Com novos recordes sendo renovados e o mercado atento às decisões do Fed e do Copom, a bolsa brasileira segue mostrando força, apoiada por fundamentos domésticos mais construtivos e por um cenário externo que, ao menos no curto prazo, continua favorecendo mercados emergentes como o Brasil.

Fed

O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, votou nesta quarta-feira (28) por interromper uma série recente de cortes nas taxas de juros, enquanto enfrenta questionamentos sobre sua independência e aguarda um novo líder.

Atendendo às expectativas do mercado, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do banco central votou por manter sua taxa básica de juros na faixa entre 3,5% e 3,75%. A decisão interrompeu três reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual, consideradas medidas de manutenção para se proteger contra possíveis recessões no mercado de trabalho.

Copom

Como esperado pelo mercado, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve, nesta quarta-feira (28), a taxa básica de juros em 15% ao ano, na primeira reunião do colegiado de 2026. É a quinta vez consecutiva que a Selic permanece nesse patamar, em seu maior nível em quase 20 anos.

O movimento já era amplamente esperado pelo mercado, que agora avalia o teor do comunicado do BC e novas diretrizes de cortes em março. Em julho do ano passado, a autarquia elevou a Selic para 15% e, desde então, optou por manter o nível nas quatro reuniões seguintes.

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