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Itaú BBA aponta 26 ações para 2026 e destaca bancos, energia e consumo

Publicado 05/03/2026 • 17:14 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Itaú BBA seleciona 26 ações com teses consideradas sólidas para 2026, mesmo após a volatilidade recente do mercado.
  • Carteira simulada pelo banco indicaria alta de cerca de 19% no lucro por ação e 26% no Ebitda no próximo ano.
  • Bancos, energia, consumo e tecnologia concentram alguns dos principais destaques da lista.
A alta ocorre apesar da valorização discreta dos índices de ações norte-americanos.

Bolsa de valores

Pixabay

Mesmo após episódios recentes de volatilidade no mercado, o Brasil segue sendo como um dos destinos preferidos dentro do universo de emergentes em 2026. Para o Itaú BBA, parte desse movimento reflete a realocação global de portfólios para além dos Estados Unidos e a busca crescente por ativos ligados à economia real.

A equipe de pesquisa setorial do banco reuniu 26 ações que, na visão dos analistas, mantêm argumentos sólidos de investimento mesmo depois das oscilações recentes da bolsa. A seleção reúne empresas de diferentes setores e tamanhos, combinando teses estruturais com fatores macroeconômicos que podem favorecer determinados segmentos.

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Segundo o relatório, se os papéis fossem combinados em uma carteira igualmente ponderada, o conjunto teria um perfil de crescimento relevante. A estimativa indica alta próxima de 19% no lucro por ação e expansão de cerca de 26% no Ebitda em 2026, além de retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 18,5%.

O grupo também negociaria, segundo o banco, a um múltiplo de aproximadamente 14 vezes lucro, nível considerado saudável em comparação com outros mercados emergentes.

No setor financeiro, o relatório aponta Bradesco (BBDC4) como a principal escolha entre os bancos. A tese se apoia na recuperação operacional da instituição, na melhora do custo de funding e na evolução do braço de seguros.

Entre as empresas ligadas ao consumo, o Itaú BBA reforça a tese de longo prazo do Mercado Livre (MELI), destacando o avanço da monetização do ecossistema digital e a expansão da fintech do grupo.

A rede de farmácias Panvel (PNVL3) também aparece na lista, impulsionada pela expectativa de crescimento do mercado de medicamentos GLP-1, associados ao tratamento da obesidade. Já a Smart Fit (SMFT3) segue vista como uma plataforma dominante no segmento de academias, com retorno estrutural elevado mesmo diante de pressões pontuais de margem.

No campo de tecnologia, a Totvs (TOTS3) aparece como uma das apostas do banco devido à elevada recorrência de receitas e à migração de clientes para soluções em nuvem. A Bemobi (BMOB3), por sua vez, é citada pelo avanço no segmento de pagamentos digitais e pela capacidade de geração de caixa.

Energia ganha peso na lista

O setor de energia aparece como um dos blocos mais robustos dentro da seleção. Em óleo e gás, a PRIO (PRIO3) surge como a principal exposição ao petróleo, apoiada em forte geração de caixa mesmo em cenários conservadores de preços.

Na distribuição de combustíveis, a Vibra (VBBR3) é apontada como beneficiária de um ambiente mais disciplinado de competição no setor.

Já no segmento de geração elétrica, a Eneva (ENEV3) é classificada como uma das principais apostas do banco, combinando potenciais gatilhos de curto prazo, como leilões de capacidade, com um cenário estrutural de maior despacho térmico. A Axia Energia (AXIA3) também aparece entre os nomes destacados, beneficiada pelo novo patamar de preços esperado para o mercado de energia.

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Construção, saúde e educação completam o portfólio

O relatório também inclui empresas de construção civil, como Tenda (TEND3) e Moura Dubeux (MDNE3), que podem se beneficiar das mudanças recentes no programa Minha Casa Minha Vida e de revisões positivas de margens.

No setor de saúde, os analistas destacam Rede D’Or (RDOR3) e Mater Dei (MATD3), enquanto Yduqs (YDUQ3) aparece entre as apostas em educação superior, impulsionada pela geração de caixa e pelo avanço em cursos premium.

A lista ainda inclui nomes ligados a commodities e indústria, como Suzano (SUZB3), Vale (VALE3) e Embraer (EMBR3), além de empresas de serviços e tecnologia.

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