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Ouro fecha em queda antes de decisão do Fed sobre juros nos EUA
Publicado 28/07/2026 • 16:04 | Atualizado há 42 minutos
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Publicado 28/07/2026 • 16:04 | Atualizado há 42 minutos
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Ouro
O contrato mais liquido do ouro fechou em queda nesta terça-feira (28), em uma sessão marcada pela expectativa dos investidores em relação à decisão do Federal Reserve (Fed), prevista para quarta-feira (29).
A projeção predominante do mercado apontava para a manutenção dos juros nos Estados Unidos, mas os investidores avaliavam a possibilidade de o Fed sinalizar novas altas nas taxas. A expectativa sobre a política monetária americana exerceu maior influência sobre o ouro do que as negociações relacionadas ao conflito no Oriente Médio.
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Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para agosto recuou 0,94% e encerrou a sessão a US$ 4.038,7 por onça-troy. A prata para setembro caiu 2,03%, com fechamento a US$ 57,53 por onça-troy.
As negociações envolvendo o conflito no Oriente Médio contribuíram para a queda do petróleo, enquanto a redução dos preços da commodity também pressionou os rendimentos dos Treasuries. Rendimentos menores dos títulos americanos costumam favorecer o ouro, já que o metal não oferece pagamento de juros. Apesar desse fator positivo, a expectativa em torno da decisão do Fed prevaleceu na formação dos preços.
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Siga o Times | CNBCSegundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, o mercado precificava 70% de chance de manutenção dos juros americanos nesta manhã. Ainda assim, havia a avaliação de que a decisão poderia não ser unânime. Bank of America (BofA) e Citi indicaram que dois membros votantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) poderiam defender uma alta dos juros: Beth Hammack, do Fed de Cleveland, e Lori Logan, do Fed de Dallas.
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O economista do Bank of America, Mark Cabana, afirmou que a manutenção dos juros em julho seria uma decisão mais apertada do que o esperado após a inflação mais moderada registrada em junho. Cabana destacou que a alta dos preços do petróleo elevou os riscos de pressão inflacionária.
A analista sênior do Swissquote, Ipek Ozkardeskaya, avaliou que o primeiro aumento de juros sob a gestão do presidente do Fed, Kevin Warsh, poderia ocorrer em setembro. Segundo ela, esse movimento dependeria de uma melhora nas condições de liquidez do mercado.
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