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Aluguel: inadimplência cresce após quatro meses de queda; veja onde está mais alta
Publicado 07/04/2026 • 17:16 | Atualizado há 2 dias
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Publicado 07/04/2026 • 17:16 | Atualizado há 2 dias
KEY POINTS
Foto: Reprodução/Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC
Aluguel: inadimplência cresce após quatro meses de queda; veja onde está mais alta
A inadimplência no pagamento de aluguéis voltou a subir no Brasil em fevereiro de 2026, após quatro meses seguidos de queda, a taxa chegou a 3,35%, acima dos 3,29% registrados em janeiro.
O avanço foi observado em diferentes regiões do país e reflete a pressão de fatores como inflação e juros elevados sobre o orçamento das famílias.
Apesar de leve, a alta de 0,06 ponto percentual interrompe uma sequência de recuos registrada no fim de 2025. Na comparação com fevereiro do ano passado, quando o índice era de 3,17%, o aumento é mais expressivo e reforça o cenário de atenção no início do ano. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL) da Superlógica.
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O crescimento da inadimplência foi registrado em diferentes perfis de imóveis residenciais. Os contratos com valores acima de R$ 13 mil lideraram as taxas, com 8,58%, após forte avanço em relação a janeiro.
Os imóveis mais baratos, de até R$ 1 mil, também tiveram aumento relevante e chegaram a 7,08%, indicando maior dificuldade entre famílias com menor renda.
Leia também: Inadimplência chega em 4,3% no Brasil e famílias comprometem 29% da renda com dívidas, diz BC
Já as menores taxas foram observadas nas faixas intermediárias. Imóveis com aluguel entre R$ 2 mil e R$ 3 mil registraram 2,78%, enquanto os de R$ 3 mil a R$ 5 mil ficaram em 2,89%.
| Faixa de aluguel | Taxa |
|---|---|
| Acima de R$ 13.000 | 8,58% |
| Até R$ 1.000 | 7,08% |
| R$ 3.000 a R$ 5.000 | 2,89% |
| R$ 2.000 a R$ 3.000 | 2,78% |
No segmento comercial, a inadimplência também cresceu, a taxa passou de 4,46% em janeiro para 4,75% em fevereiro.
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Os contratos de até R$ 1 mil continuam com o maior índice, alcançando 7,98%. Já imóveis com aluguel mais elevado apresentaram taxas menores, embora ainda relevantes.
A inadimplência voltou a subir tanto em apartamentos quanto em casas. Nos apartamentos, o índice passou de 2,15% para 2,33%, interrompendo uma sequência de quedas.
Nas casas, o avanço foi de 3,74% para 3,85%, mantendo patamar mais elevado em relação aos apartamentos.
O Nordeste voltou a registrar a maior taxa de inadimplência do país, com 4,67%, após crescimento significativo em relação ao mês anterior.
O Norte aparece na sequência, com 4,61%. O Centro-Oeste ocupa a terceira posição, com 3,71%, mesmo com leve recuo.
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O Sudeste registra taxa de 3,28%, enquanto o Sul segue com o menor índice nacional, de 2,87%, apesar da alta recente.
| Região | Taxa de inadimplência |
|---|---|
| Nordeste | 4,67% |
| Norte | 4,61% |
| Centro-Oeste | 3,71% |
| Sudeste | 3,28% |
| Sul | 2,87% |
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A retomada da inadimplência, mesmo que moderada, indica um cenário de maior dificuldade financeira no início de 2026. O avanço atinge tanto imóveis de alto padrão quanto os de menor valor, o que sugere impacto mais amplo sobre diferentes perfis de renda.
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